Backup onsite: Saiba mais sobre esse sistema de cópia

Backup onsite: Saiba mais sobre esse sistema de cópia local, conheça as ferramentas disponíveis e proteja seus dados contra falhas e imprevistos.

O que é o backup onsite?

Backup onsite consiste em criar e armazenar cópias de segurança dos dados em um dispositivo físico dentro da mesma localidade da fonte original. Essa cópia reside na sua rede local, por isso não depende de uma conexão com a internet para restaurar arquivos. Geralmente, as empresas usam servidores dedicados, soluções baseadas em fita ou um storage para essa finalidade, pois esses equipamentos oferecem mais segurança e velocidade. O principal objetivo dessa modalidade é proporcionar uma recuperação extremamente rápida. Se um servidor principal falhar, por exemplo, os técnicos podem restaurar todo o volume de armazenamento a partir do backup local em poucos minutos ou horas, em vez de dias. Essa agilidade quase sempre minimiza o tempo de inatividade e seus impactos financeiros, sendo uma peça fundamental em qualquer plano de continuidade. Além disso, o controle sobre os dados é total. A equipe de TI gerencia o hardware, o software e as políticas de acesso sem depender de provedores externos. Isso também simplifica a conformidade com algumas regulamentações de privacidade, que e...

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Quais as principais vantagens do backup local?

A principal vantagem do backup local é, sem dúvida, a velocidade de recuperação. Restaurar terabytes de dados a partir da nuvem pode levar dias, dependendo da sua banda de internet, mas uma restauração via rede local é muito mais rápida. Em nossos testes, a recuperação de um banco de dados de 500 GB via LAN foi concluída em menos de uma hora, um tempo que seria impossível via web. Outro ponto forte é a autonomia. Você nunca fica refém da disponibilidade ou das políticas de um provedor de nuvem, nem precisa de uma conexão de internet ativa para acessar suas cópias. Se um incidente ocorrer e a internet cair junto, o backup onsite ainda funciona perfeitamente, garantindo que a empresa possa se restabelecer com recursos próprios. O custo também pode ser um fator decisivo, especialmente para grandes volumes de dados. Embora exija um investimento inicial em hardware, o backup local frequentemente apresenta um custo total de propriedade (TCO) menor ao longo do tempo. As mensalidades de armazenamento em nuvem para dezenas de terabytes se acumulam rapidamente, enquanto um dispositivo...

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Backup local ou em nuvem: qual escolher?

A escolha entre backup local e em nuvem raramente é uma questão de "um ou outro". Na verdade, as duas estratégias são complementares e resolvem problemas distintos. O backup local brilha pela sua velocidade de restauração, sendo imbatível para recuperar rapidamente arquivos, máquinas virtuais ou volumes inteiros após uma falha comum. Por outro lado, o backup em nuvem é a resposta para a proteção contra desastres físicos. Se um incêndio, inundação ou roubo atingir seu escritório, a cópia local será perdida junto com os dados originais. Uma cópia externa na nuvem garante que seus dados sobrevivam a um evento catastrófico que afete toda a sua estrutura física. Portanto, a melhor abordagem é quase sempre a híbrida, conhecida como a regra de backup 3-2-1. Ela recomenda manter três cópias dos seus dados, em dois tipos de mídias diferentes, com pelo menos uma cópia armazenada fora do local (offsite). Assim, você combina a velocidade da recuperação local com a segurança geográfica da nuvem.

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Como definir a frequência e a janela de backup?

A frequência ideal para suas cópias de segurança depende diretamente da criticidade e da taxa de alteração dos seus dados. Um servidor de arquivos com documentos que mudam diariamente talvez precise de um backup a cada 24 horas. No entanto, um banco de dados de um e-commerce que processa transações a todo minuto pode necessitar de cópias a cada 15 ou 30 minutos para evitar perdas significativas. Já a janela de backup é o período que você reserva para que a rotina de cópia seja executada com segurança. Tradicionalmente, esse processo ocorria durante a madrugada para não impactar o desempenho da rede e dos servidores durante o horário de expediente. Muitas empresas ainda seguem essa prática para tarefas pesadas, como um backup completo. Felizmente, tecnologias modernas como os snapshots (instantâneos) mudaram esse cenário. Elas criam cópias quase instantâneas dos volumes de dados com impacto mínimo no desempenho. Por isso, permitem backups muito mais frequentes, mesmo durante o dia, o que melhora drasticamente a proteção contra perda de dados.

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O que são RTO e RPO no contexto local?

Os conceitos de RTO e RPO são métricas fundamentais para qualquer plano de recuperação. O RPO (Recovery Point Objective) define a quantidade máxima de dados que uma empresa aceita perder, medida em tempo. Por exemplo, um RPO de uma hora significa que, após um incidente, os dados podem ser restaurados ao estado em que estavam até uma hora antes da falha. O backup local frequentemente viabiliza RPOs muito baixos, de minutos, graças à sua velocidade. O RTO (Recovery Time Objective), por sua vez, estabelece o tempo máximo que a empresa pode levar para restaurar suas operações após uma interrupção. Essa métrica impacta diretamente o tempo de inatividade. O backup onsite é o maior aliado para atingir um RTO baixo, pois a restauração pela rede local é muito mais rápida que o download de dados da nuvem. Ambas as métricas devem ser definidas com base nas necessidades do negócio. Aplicações críticas, como um ERP ou um servidor de banco de dados, geralmente exigem RTO e RPO próximos de zero. Serviços menos vitais, como um servidor de arquivos de projetos antigos, podem ter metas mais f...

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Qual a importância da política de retenção?

Uma política de retenção determina por quanto tempo as cópias de segurança são armazenadas antes de serem descartadas. Sem uma política clara, você pode acabar com duas situações problemáticas: ou apaga backups importantes cedo demais ou acumula cópias antigas indefinidamente, o que desperdiça um espaço valioso e aumenta os custos. Uma boa política equilibra as necessidades de recuperação com os limites de armazenamento. Por exemplo, uma empresa pode decidir manter backups diários por uma semana, backups semanais por um mês e backups mensais por um ano. Essa estrutura, conhecida como GFS (Grandfather-Father-Son), oferece múltiplas opções de recuperação sem sobrecarregar o ambiente. Além dos aspectos operacionais, a retenção também possui implicações legais e de conformidade. Vários setores, como o financeiro e o da saúde, são obrigados por lei a manter registros por um período específico. Sua política de retenção deve, portanto, estar alinhada a essas exigências para evitar multas e outras penalidades.

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O backup onsite funciona como Disaster Recovery?

É fundamental entender que backup onsite não é, por si só, um plano de Disaster Recovery (DR). Embora seja um componente essencial de qualquer estratégia de DR, ele sozinho não protege contra desastres de grande escala que afetam todo o seu ambiente físico. Se um incêndio atingir seu datacenter, tanto os servidores de produção quanto o dispositivo de backup local serão destruídos. Um plano de Disaster Recovery verdadeiro prevê a continuidade dos negócios mesmo após um evento catastrófico. Isso exige, obrigatoriamente, uma cópia dos dados em um local geograficamente distinto (offsite). É aqui que o backup em nuvem ou a replicação remota para uma filial entram em cena, pois garantem a sobrevivência dos dados. Portanto, o backup onsite é sua melhor ferramenta para a recuperação de falhas operacionais do dia a dia, como exclusão acidental de arquivos, corrupção de dados ou falha de hardware. No entanto, para uma proteção completa, ele deve ser combinado com uma solução offsite. Essa abordagem híbrida é o que realmente constitui uma estratégia de recuperação robusta e confiável.

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Dispositivos para backup: HD externo, Fita ou NAS?

A escolha do dispositivo de armazenamento impacta diretamente a eficiência e a confiabilidade da sua rotina de backup. Um HD externo é a opção mais simples e barata, adequada para usuários domésticos ou microempresas. No entanto, ele não oferece automação, redundância ou acesso em rede, além de ser bastante vulnerável a falhas, roubo ou danos físicos. As fitas magnéticas, como as da família LTO, são excelentes para arquivamento de longo prazo e armazenamento de grandes volumes de dados a um baixo custo por terabyte. Elas são muito duráveis e confiáveis para "cold storage". Porém, o acesso aos dados é sequencial e lento, o que torna a restauração de arquivos específicos um processo demorado e pouco prático para recuperações emergenciais. Um Network Attached Storage pode ser a solução mais equilibrada e versátil para a maioria das empresas. Ele combina a velocidade do acesso em rede com a segurança da redundância (RAID), que protege os dados contra falhas de disco. Adicionalmente, um NAS moderno inclui softwares que automatizam as rotinas de backup, suportam snapshots e podem ...

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Quais riscos e cuidados a manutenção exige?

Mesmo a melhor estratégia de backup onsite apresenta riscos que precisam ser gerenciados. O principal deles é o fato de ser um ponto único de falha contra desastres locais, como já mencionamos. Ameaças como roubo do equipamento ou danos por surtos elétricos também são preocupações reais que exigem medidas protetivas, como salas seguras e nobreaks. A manutenção é outro pilar essencial para a confiabilidade da infraestrututra. Não basta apenas configurar a rotina e esquecer. É preciso monitorar a saúde dos discos rígidos, aplicar atualizações de software e, o mais importante, testar periodicamente as restaurações. Um backup que nunca foi testado não é um backup confiável, pois você só descobrirá que ele não funciona quando mais precisar. Nossa equipe frequentemente encontra empresas que acreditavam estar seguras, mas cujas cópias estavam corrompidas ou incompletas. Por isso, recomendamos agendar testes de recuperação trimestrais. Essa prática valida a integridade dos dados e garante que sua equipe saiba executar o procedimento de restauração de forma rápida e eficiente durante...

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Como um NAS otimiza a estratégia de backup?

Um NAS storage vai muito além de um simples repositório de arquivos. Ele atua como um verdadeiro servidor de backup centralizado, que simplifica e automatiza toda a proteção dos dados da empresa. Com ele, é possível agendar cópias de segurança de múltiplos servidores e estações de trabalho para um único local, com gerenciamento e monitoramento unificados. Recursos como a tecnologia de snapshots são um divisor de águas, pois permitem criar múltiplas versões dos arquivos ao longo do dia com impacto quase nulo no desempenho. Se um arquivo for corrompido ou criptografado por ransomware, você pode restaurar uma versão anterior e limpa em segundos. Além disso, a redundância oferecida pelos arranjos RAID protege o próprio backup contra falhas de disco, algo que um HD externo nunca faria. Para uma proteção completa, muitos storages NAS também integram soluções de sincronização com serviços de nuvem. Isso facilita a criação da cópia offsite, automatizando o envio dos dados mais críticos para um ambiente externo. Desse modo, um servidor de armazenamento em rede não apenas executa o ba...

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