Os NAS Storages para datacenter

NAS Storages para datacenter? Conheça essas soluções de armazenamento em rede, obtenha dados sobre fabricantes, modelos e recursos de hardware e software.

O que é um NAS para datacenter?

Um NAS para datacenter é um sistema de armazenamento de alta performance e disponibilidade, projetado especificamente para operar sem interrupções em ambientes críticos.Diferente das soluções domésticas, ele centraliza o acesso a arquivos em rede com protocolos como NFS e SMB/CIFS, mas com hardware e software muito mais potentes.Frequentemente, esses equipamentos suportam milhares de conexões simultâneas sem qualquer perda de desempenho. Seu grande diferencial está na construção.Esses sistemas quase sempre incluem componentes redundantes como fontes de alimentação, controladoras e múltiplas portas de rede.Além disso, seu software oferece recursos avançados para proteção de dados, como snapshots e replicação remota.Essa arquitetura garante a continuidade dos negócios mesmo diante de falhas pontuais. Na prática, um storage de rede desse porte atende a diversas demandas.Ele funciona como um servidor de arquivos ultrarrápido para grandes equipes, um repositório seguro para backups corporativos ou ainda como armazenamento compartilhado para ambientes de virtualização com VMware o...

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Desempenho e conectividade de rede

A conectividade padrão Gigabit Ethernet raramente suporta a carga de trabalho de um datacenter.Centenas de usuários acessando arquivos, rotinas de backup pesadas e máquinas virtuais competindo por banda rapidamente esgotam a capacidade da rede.O resultado é uma lentidão generalizada que afeta a produtividade. Por isso, os NAS storages corporativos vêm equipados com portas de rede muito mais rápidas.Conexões de 10GbE são o ponto de partida, mas muitos modelos já oferecem portas de 25GbE, 40GbE ou até mais rápidas.Essa capacidade extra elimina os gargalos e acelera drasticamente as transferências de arquivos e os processos de backup. Adicionalmente, esses equipamentos suportam agregação de link (Link Aggregation).Essa tecnologia combina várias portas de rede para funcionar como uma única conexão lógica.O recurso não só aumenta a taxa de transferência total, mas também cria um caminho redundante.Se um cabo ou porta falhar, o tráfego continua fluindo pelos outros, sem qualquer interrupção para os usuários.

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Redundância para evitar paradas

Em um ambiente empresarial, qualquer tempo de inatividade custa dinheiro.Uma falha em um componente simples, como uma fonte de alimentação ou uma ventoinha, pode tirar um servidor de armazenamento do ar e paralisar departamentos inteiros.Muitas empresas subestimam esse risco até que seja tarde demais. Os storages para datacenter são projetados com o conceito de "nenhum ponto único de falha".Isso significa que os componentes críticos são duplicados.Geralmente, eles possuem fontes de alimentação e sistemas de ventilação hot-swappable, que podem ser trocados com o sistema em funcionamento.Se uma fonte queima, a outra assume imediatamente. Essa abordagem garante que o armazenamento permaneça online e acessível, mesmo durante uma falha de hardware.A redundância é uma das características fundamentais que separam uma solução profissional de um dispositivo comum, pois ela sustenta a continuidade operacional que o ambiente corporativo exige.

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Alta disponibilidade com controladoras duplas

Enquanto a redundância de fontes e ventoinhas protege contra falhas simples, a falha da controladora, o cérebro do storage, seria catastrófica em um sistema comum.Uma única controladora representa um ponto de falha crítico que pode derrubar todo o acesso aos dados.Alguns administradores de sistemas só percebem esse risco quando o problema já aconteceu. Para mitigar esse risco, os NAS de alta gama utilizam uma arquitetura com controladoras duplas.Em uma configuração ativo-passivo, uma controladora reserva fica em espera, pronta para assumir se a principal falhar.Já no modelo ativo-ativo, ambas trabalham simultaneamente, dividindo a carga e melhorando o desempenho geral. O processo de failover, a transição entre as controladoras, é quase sempre automático e transparente para os usuários e aplicações.Como resultado, o serviço de armazenamento continua funcionando sem interrupções.Esse nível de resiliência é essencial para aplicações que não podem parar, como bancos de dados e sistemas de gestão empresarial.

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Proteção avançada contra perda de dados

Falhas de hardware são apenas uma parte do problema.Ameaças como ransomware, exclusões acidentais por usuários ou corrupção de arquivos representam um perigo ainda maior para a integridade dos dados.Um bom arranjo RAID sozinho não protege contra esses incidentes, pois ele apenas espelha o problema. É aqui que os recursos de software avançados entram em cena.A tecnologia de snapshots, por exemplo, cria cópias de arquivos e pastas em um ponto específico no tempo.Se um ataque de ransomware criptografa seus dados, você pode restaurar uma versão anterior e limpa em poucos minutos.Essa funcionalidade é uma das defesas mais eficazes contra esse tipo de ameaça. Além disso, a replicação remota eleva a proteção a outro nível.Ela sincroniza os dados do NAS principal com outro equipamento em um local físico diferente.Em caso de um desastre local, como um incêndio ou inundação, a cópia remota garante que a empresa possa recuperar suas informações e retomar as operações rapidamente.

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Armazenamento para ambientes virtualizados

Ambientes de virtualização com dezenas ou centenas de máquinas virtuais (VMs) exigem um armazenamento compartilhado que seja rápido, confiável e fácil de gerenciar.Usar o armazenamento interno dos servidores físicos cria silos de dados, dificulta a migração de VMs e aumenta a complexidade da gestão.Esse modelo simplesmente não escala. Um NAS para datacenter resolve esse desafio ao centralizar o armazenamento das VMs.Com suporte a protocolos como NFS e iSCSI, ele se integra perfeitamente com plataformas como VMware vSphere, Microsoft Hyper-V e Proxmox.Muitos desses sistemas possuem certificações que asseguram total compatibilidade e desempenho otimizado. Essa centralização simplifica a administração e habilita recursos avançados de virtualização.Por exemplo, a migração ao vivo de VMs (vMotion) entre servidores físicos só é possível com um storage compartilhado.Isso melhora o balanceamento de carga e permite manutenções nos hosts sem interromper os serviços.

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A diferença entre scale-up e scale-out

Quando a capacidade de armazenamento se esgota, a empresa precisa de uma estratégia clara para expansão.Existem duas abordagens principais para isso, e a escolha errada pode gerar custos inesperados ou limitações de desempenho no futuro.É fundamental entender a diferença entre elas. A arquitetura scale-up, a mais tradicional, consiste em adicionar mais discos a um sistema existente ou a unidades de expansão (JBODs).Essa abordagem aumenta a capacidade, mas o poder de processamento e a performance da rede permanecem os mesmos.Em algum momento, a controladora se torna um gargalo. Por outro lado, a arquitetura scale-out expande o sistema ao adicionar novos equipamentos (nós) a um cluster.Cada novo nó adiciona não apenas capacidade, mas também seu próprio processador, memória e conectividade de rede.Como resultado, o desempenho geral do sistema cresce junto com o armazenamento, ideal para ambientes com demandas crescentes.

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Gerenciamento centralizado e simplificado

Administrar múltiplos servidores de arquivos espalhados pela empresa é uma tarefa complexa e propensa a erros.Cada sistema pode ter suas próprias regras de permissão, rotinas de backup e métodos de monitoramento.Essa fragmentação consome um tempo valioso da equipe de TI e aumenta os riscos de segurança. Os modernos sistemas NAS para datacenter resolvem isso com uma interface de gerenciamento unificada, geralmente acessível por um navegador web.A partir de um único painel, os administradores controlam todas as funções do storage.É possível criar compartilhamentos, configurar permissões de usuários, agendar snapshots e monitorar a saúde do hardware. Essa centralização reduz drasticamente a carga administrativa.Ela também simplifica a aplicação de políticas de segurança consistentes em toda a empresa e fornece relatórios detalhados sobre o uso e o desempenho.Com isso, a equipe de TI pode focar em tarefas mais estratégicas, em vez de apagar incêndios.

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O papel dos storages all-flash

Para algumas aplicações, a velocidade é tudo.Bancos de dados, sistemas de edição de vídeo em alta resolução e ambientes de virtualização com muitas VMs (VDI) geram uma carga de leitura e escrita aleatória que os discos rígidos tradicionais (HDDs) simplesmente não conseguem acompanhar.A latência dos HDDs se torna um grande gargalo de performance. Nesses cenários, os storages all-flash são a solução.Esses sistemas utilizam exclusivamente SSDs (Solid-State Drives) no lugar dos discos mecânicos.Como os SSDs não possuem partes móveis, eles entregam IOPS (operações de entrada e saída por segundo) muito mais altos e uma latência drasticamente menor. A diferença no desempenho de aplicações é notável.Consultas em bancos de dados que levavam minutos podem ser concluídas em segundos.Para empresas que buscam um equilíbrio entre custo e performance, também existem soluções híbridas.Elas combinam a velocidade dos SSDs para dados "quentes" (mais acessados) com a grande capacidade e o menor custo dos HDDs para dados "frios".

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Integrando o NAS na sua rotina de backup

Um plano de backup eficaz precisa de um destino que seja confiável, rápido e com capacidade suficiente para armazenar múltiplas versões dos dados.Usar discos externos ou outros servidores improvisados para essa tarefa cria uma falsa sensação de segurança.Esses métodos são frequentemente lentos e pouco confiáveis. Um NAS corporativo é um destino ideal para centralizar as rotinas de backup.Ele oferece um grande espaço de armazenamento, é altamente disponível e suporta todos os principais softwares e protocolos de backup do mercado.Além disso, a alta velocidade da rede garante que as janelas de backup sejam curtas e não impactem a performance do ambiente produtivo. Adicionalmente, o próprio storage pode otimizar o processo.Recursos como snapshots podem ser integrados à rotina para criar pontos de recuperação quase instantâneos.Combinar um NAS robusto com uma estratégia de backup 3-2-1 é a forma mais segura de proteger os ativos digitais da empresa contra qualquer tipo de desastre.

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Como escolher o sistema de arquivos ideal?

O sistema de arquivos é a estrutura lógica que organiza como os dados são armazenados e recuperados nos discos.Embora seja um detalhe técnico, a escolha do sistema de arquivos tem um impacto direto na integridade dos dados, no desempenho e nos recursos disponíveis.Muitos usuários ignoram essa camada fundamental do storage. Sistemas como o EXT4 são conhecidos pela sua estabilidade e são amplamente utilizados em ambientes Linux.No entanto, sistemas de arquivos mais modernos como Btrfs e ZFS oferecem vantagens significativas para datacenters.Eles possuem mecanismos nativos para detectar e corrigir a "corrupção silenciosa" de dados, um erro sutil que pode passar despercebido por meses. Esses sistemas avançados também integram funcionalidades como snapshots e replicação de forma muito mais eficiente.O Btrfs, por exemplo, utiliza a técnica de copy-on-write, que melhora a integridade dos dados durante as operações de escrita.Escolher um NAS que suporte um sistema de arquivos robusto adiciona uma camada extra de proteção essencial para dados críticos.

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A segurança além do hardware

Um hardware redundante e um sistema de arquivos resiliente protegem os dados contra falhas e corrupção, mas as ameaças externas e internas exigem uma abordagem de segurança em múltiplas camadas.Achar que apenas um bom hardware é suficiente é um erro comum que pode expor a empresa a riscos graves. Os storages NAS para datacenter oferecem um conjunto robusto de ferramentas de segurança.O controle de acesso é granular, com suporte para listas de controle de acesso (ACLs) do Windows, que permitem definir permissões específicas para cada usuário ou grupo em pastas e arquivos.A criptografia de volume também protege os dados em repouso, tornando-os ilegíveis caso os discos sejam fisicamente roubados. Além disso, muitos sistemas incluem firewall integrado, detecção de intrusão e até software antivírus para escanear os arquivos em tempo real.Soluções como as oferecidas pela QNAP, por exemplo, consolidam essas ferramentas em uma plataforma unificada.Essa abordagem completa, que une hardware confiável e software seguro, é a resposta para proteger os dados corporativos de forma eficaz.

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