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Storage All Flash e suas aplicações básicas

Storage All Flash e suas aplicações básicas

Índice:

Muitas empresas enfrentam gargalos de desempenho que travam suas operações diárias.

Aplicações críticas, como bancos de dados e sistemas de virtualização, frequentemente se tornam lentas por causa das limitações dos discos rígidos tradicionais.

Essa lentidão raramente é trivial, pois impacta diretamente a produtividade e a capacidade da equipe em atender as demandas do negócio.

O problema se agrava quando a infraestrutura não consegue acompanhar o volume crescente de dados.

A demora para acessar informações vitais gera frustração e pode até paralisar projetos importantes.

Sem uma solução de armazenamento adequada, a competitividade da companhia fica seriamente comprometida.

Assim, a busca por uma tecnologia que entregue velocidade e baixa latência se torna inevitável.

Um sistema de armazenamento moderno precisa responder instantaneamente às requisições para sustentar o fluxo de trabalho.

A tecnologia all-flash surge como a principal alternativa para resolver esses desafios.

O que é um storage all flash?

Storage all-flash é um sistema de armazenamento que utiliza exclusivamente memórias de estado sólido (SSDs) em vez dos tradicionais discos rígidos (HDDs) mecânicos.

Essa arquitetura elimina completamente as partes móveis, o que reduz drasticamente o tempo de acesso aos dados.

A tecnologia foi projetada para entregar o máximo de desempenho em operações de leitura e escrita, atendendo as cargas de trabalho mais exigentes.

Seu funcionamento se baseia na capacidade dos SSDs de processar milhares de requisições simultâneas com latência mínima.

Enquanto um HDD precisa mover cabeçotes de leitura para encontrar os dados, um SSD acessa qualquer informação quase instantaneamente.

Essa característica fundamental melhora a resposta de qualquer aplicação conectada ao sistema.

Por isso, esses equipamentos são frequentemente aplicados em ambientes que não toleram atrasos.

Bancos de dados transacionais, plataformas de virtualização e análise de dados em tempo real são alguns exemplos.

Nesses cenários, a agilidade do armazenamento define a eficiência de todo o processo.

Como a latência impacta as aplicações?

A latência representa o tempo de espera entre uma solicitação de dados e o início da sua entrega.

Em sistemas com HDDs, essa espera é consideravelmente alta por causa do tempo necessário para o posicionamento mecânico dos discos e cabeçotes.

Muitas aplicações de negócios, no entanto, são extremamente sensíveis a esses milissegundos de atraso.

Um atraso elevado prejudica diretamente a experiência do usuário e a eficiência dos processos automatizados.

Por exemplo, um sistema de vendas online pode perder clientes se as consultas ao banco de dados demorarem demais.

Da mesma forma, ambientes de trabalho virtualizados (VDI) se tornam quase inutilizáveis com uma latência alta.

Um storage all-flash praticamente elimina esse gargalo, com tempos de resposta medidos em microssegundos.

Essa agilidade transforma a operação, pois as aplicações recebem os dados de que precisam sem qualquer espera perceptível.

Como resultado, os sistemas se tornam muito mais fluidos e produtivos.

A diferença entre IOPS e taxa de transferência

IOPS (operações de entrada e saída por segundo) e a taxa de transferência (throughput) são duas métricas de desempenho distintas.

O IOPS mede quantas operações de leitura ou escrita um dispositivo executa em um segundo, sendo vital para cargas de trabalho com muitos acessos pequenos e aleatórios.

Já a taxa de transferência indica o volume de dados, medido em megabytes por segundo (MB/s), que o sistema move continuamente.

Muitos administradores de TI focam apenas no throughput, mas o IOPS é frequentemente o verdadeiro gargalo para aplicações transacionais.

Bancos de dados, servidores de e-mail e sistemas ERP, por exemplo, dependem de um IOPS elevado para funcionar bem.

Um storage all-flash oferece uma quantidade de IOPS ordens de magnitude maior que qualquer sistema baseado em HDDs.

Embora a taxa de transferência também seja importante para tarefas como backup ou streaming de vídeo, a capacidade de lidar com inúmeras requisições simultâneas é o que realmente acelera a maioria das aplicações corporativas.

Portanto, avaliar o IOPS é fundamental para dimensionar corretamente uma solução de armazenamento.

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Principais aplicações para sistemas AFA

Os sistemas All-Flash Array (AFA) são ideais para cenários onde o desempenho é inegociável.

Uma das suas principais aplicações é em bancos de dados de processamento de transações online (OLTP).

Nesses ambientes, a velocidade para processar milhares de pequenas consultas por segundo determina a agilidade do negócio.

Outro campo de grande destaque é a Infraestrutura de Desktops Virtuais (VDI).

Os storages all-flash lidam facilmente com os "boot storms", momentos em que centenas de usuários ligam suas máquinas virtuais simultaneamente.

Essa capacidade garante uma experiência de uso fluida e sem travamentos para todos.

A análise de big data e a inteligência artificial também se beneficiam imensamente dessa tecnologia.

Processar gigantescos conjuntos de dados exige um acesso rápido e paralelo às informações.

Com um AFA, as empresas aceleram a obtenção de insights e tomam decisões estratégicas com muito mais velocidade.

O papel dos protocolos NVMe e Fibre Channel

Para extrair o máximo de um storage all-flash, os protocolos de comunicação são tão importantes quanto os próprios SSDs.

O NVMe (Non-Volatile Memory Express) foi desenvolvido especificamente para mídias flash.

Ele se comunica diretamente com a CPU através do barramento PCIe, o que reduz a sobrecarga e a latência dos antigos protocolos SATA e SAS.

Em redes de armazenamento (SAN), o Fibre Channel (FC) continua sendo um padrão pela sua alta confiabilidade e baixa latência.

A combinação do NVMe com o FC, conhecida como NVMe-oF (NVMe over Fabrics), leva o desempenho a um novo patamar.

Essa arquitetura estende os benefícios do NVMe por toda a rede, criando uma infraestrutura extremamente rápida e eficiente.

Essa evolução tecnológica permite que os datacenters consolidem mais cargas de trabalho em menos hardware.

A comunicação otimizada entre servidores e o storage garante que não haja gargalos na rede.

Assim, as aplicações aproveitam todo o potencial dos SSDs, mesmo em ambientes complexos e distribuídos.

Vantagens além do simples desempenho

Embora a velocidade seja seu maior atrativo, um sistema all-flash oferece outros benefícios significativos.

Por não possuir partes móveis, seu consumo de energia é drasticamente menor em comparação com arranjos de HDDs.

Isso também resulta em uma menor necessidade de refrigeração no datacenter, o que gera uma economia contínua na conta de luz.

O espaço físico ocupado também é um fator importante.

Os SSDs oferecem uma densidade de armazenamento muito maior, ou seja, é possível armazenar mais terabytes em um mesmo gabinete.

Essa característica otimiza o uso do rack e libera espaço valioso para outros equipamentos essenciais.

Além disso, a confiabilidade dos SSDs corporativos é superior à dos discos mecânicos.

Com um tempo médio entre falhas (MTBF) mais alto, a infraestrutura se torna mais estável e exige menos manutenção.

Menos falhas de hardware significam mais tempo de atividade para os serviços críticos da empresa.

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All-Flash vs. Híbrido: qual escolher?

A escolha entre um storage all-flash e um híbrido depende fundamentalmente da carga de trabalho e do orçamento.

Um storage híbrido combina a velocidade dos SSDs, usados como cache, com a alta capacidade e o baixo custo dos HDDs.

Essa abordagem oferece um bom equilíbrio entre desempenho e preço para muitas aplicações gerais.

No entanto, para cargas de trabalho de missão crítica, onde a latência precisa ser consistentemente baixa, o all-flash é a única opção viável.

Aplicações de Tier 1, como bancos de dados financeiros ou sistemas de e-commerce, não podem arriscar a variabilidade de desempenho de um sistema híbrido.

A performance previsível do all-flash é seu grande diferencial.

A decisão, portanto, passa por uma análise cuidadosa das necessidades de cada aplicação.

Se o objetivo é acelerar tudo, o all-flash é o caminho.

Se a empresa precisa de uma melhoria de desempenho com um investimento mais controlado, a solução híbrida pode ser suficiente para diversas tarefas.

Custos e o TCO dos arranjos flash

O custo inicial de aquisição de um storage all-flash é, sem dúvida, mais alto que o de um sistema baseado em HDDs.

O preço por terabyte da memória flash ainda supera o dos discos magnéticos.

Porém, uma análise do Custo Total de Propriedade (TCO) frequentemente revela um cenário mais favorável.

Vários fatores contribuem para a redução do TCO a longo prazo.

Os sistemas all-flash consomem menos energia e exigem menos refrigeração, o que diminui os custos operacionais do datacenter.

Além disso, a maior densidade de armazenamento e a confiabilidade superior reduzem despesas com espaço físico e manutenção.

Muitos sistemas AFA também incluem tecnologias eficientes de redução de dados, como a desduplicação e a compressão.

Esses recursos aumentam a capacidade efetiva do armazenamento, o que melhora o retorno sobre o investimento.

Assim, o custo por gigabyte útil pode se tornar bastante competitivo com o tempo.

Riscos e cuidados na implementação

Adotar uma solução all-flash exige alguns cuidados técnicos para garantir sua longevidade e segurança.

Um ponto crucial é a durabilidade de escrita dos SSDs, medida em DWPD (gravações de disco por dia) ou TBW (terabytes gravados).

É fundamental escolher SSDs de classe empresarial, projetados para suportar cargas de trabalho intensas, pois drives de consumo falhariam rapidamente.

A redundância também é vital.

Um sistema de armazenamento veloz não elimina o risco de falha de hardware.

Por isso, a arquitetura deve incluir controladoras duplas, fontes de alimentação redundantes e um arranjo RAID robusto para proteger os dados contra a falha de um ou mais discos.

Por fim, vale ressaltar que alta velocidade não substitui uma boa política de backup.

A proteção contra erros humanos, ataques de ransomware ou desastres continua sendo obrigatória.

Um storage all-flash acelera o processo de restauração, mas os dados precisam estar seguros em uma cópia externa.

Um NAS all-flash para pequenas e médias empresas

A tecnologia all-flash não é mais exclusiva dos storages de grandes datacenters.

Atualmente, muitos servidores NAS modernos suportam configurações totalmente baseadas em SSDs.

Essa evolução democratiza o acesso ao alto desempenho para pequenas e médias empresas que antes não podiam arcar com a complexidade de uma SAN.

Com portas de rede de 10GbE ou mais rápidas, um NAS all-flash consegue entregar performance excepcional para diversas aplicações.

Estúdios de edição de vídeo, pequenas equipes de desenvolvimento e empresas com bancos de dados de porte moderado podem transformar sua produtividade com um investimento relativamente acessível.

Esses equipamentos combinam a simplicidade de gerenciamento de um NAS com a velocidade da tecnologia flash.

Eles oferecem recursos como snapshots, replicação e backup integrado, que protegem os dados de forma eficiente.

Para muitas demandas por agilidade, um storage NAS all-flash é a resposta ideal.

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