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Storage NAS rackmount 60TB: Uma análise completa

Storage NAS rackmount 60TB: Uma análise completa

Índice:

Muitas empresas enfrentam um desafio crescente com o volume massivo dos seus dados. Armazenar 60TB em discos externos ou servidores comuns frequentemente expõe a operação a riscos inaceitáveis, como falhas inesperadas e perda total das informações.

Um simples defeito em um hard disk pode paralisar toda a equipe, pois a recuperação dos arquivos se torna lenta e complexa. Essa indisponibilidade gera prejuízos financeiros e também afeta a confiança dos clientes.

Assim, um NAS rackmount surge como uma resposta estruturada para centralizar, proteger e agilizar o acesso aos dados. Entender suas funcionalidades é o primeiro passo para um investimento seguro e eficiente.

O que é um NAS rackmount 60TB?

Um NAS rackmount com 60TB é um servidor para armazenamento centralizado, projetado especificamente para instalação em racks padrões para datacenter. O equipamento oferece uma capacidade bruta próxima a 60 terabytes e inclui diversos recursos avançados para compartilhamento de arquivos, rotinas de backup e alta disponibilidade. Ele funciona como um cofre digital na sua rede local, acessível por múltiplos usuários e sistemas simultaneamente. Quase sempre, essa solução é a mais indicada para ambientes que precisam de organização e segurança.

Esse tipo de storage utiliza vários hard disks que trabalham em conjunto através da tecnologia RAID. Essa configuração protege os dados contra falhas em um ou mais discos, além de melhorar o desempenho nas operações de leitura e escrita. Vários network attached storages também possuem fontes e portas de rede redundantes, o que aumenta ainda mais a confiabilidade do sistema. A conectividade com a rede local acontece via portas Ethernet, com velocidades que variam entre 1GbE e 10GbE.

Sua aplicação é bastante comum em pequenas e médias empresas, estúdios criativos e datacenters. Nesses locais, o equipamento serve para consolidar o armazenamento de arquivos, suportar ambientes com máquinas virtuais e atuar como um destino central para backups. Por exemplo, uma agência de publicidade pode usar o sistema para que seus editores acessem e trabalhem nos mesmos projetos de vídeo sem lentidão. Portanto, sua versatilidade simplifica muito a gestão dos dados.

A importância da redundância em storages de alta capacidade

Com um volume de 60TB, a falha em um disco rígido é uma certeza estatística, não apenas uma possibilidade. A perda de tantos dados críticos pode ter um impacto devastador para qualquer negócio, pois paralisa projetos e compromete contratos. Por isso, a redundância não é um luxo, mas uma necessidade fundamental. Ela é a principal camada protetiva contra incidentes de hardware, que frequentemente acontecem sem aviso prévio.

A tecnologia RAID (Redundant Array of Independent Disks) é a base para essa proteção. Arranjos como RAID 5, RAID 6 ou RAID 10 distribuem os dados e informações de paridade entre vários discos. Se um disco falhar, o sistema continua funcionando normalmente com os discos restantes, sem qualquer perda. O administrador pode ainda substituir o disco defeituoso por um novo, muitas vezes com o sistema em plena operação, um recurso conhecido como hot-swappable.

Essa capacidade garante a continuidade dos negócios. Em vez de interromper o trabalho para uma manutenção demorada, a equipe substitui o componente defeituoso e o NAS reconstrói o arranjo automaticamente. Como resultado, o tempo de inatividade é drasticamente reduzido, e a integridade dos dados permanece intacta. Esse processo também melhora a tranquilidade da equipe de TI.

Disponibilidade: além dos discos rígidos

A alta disponibilidade vai muito além da proteção oferecida pelos arranjos RAID. Um storage pode ficar inacessível por diversas outras razões, como uma falha na fonte de alimentação ou um problema no cabo de rede. Por isso, os fabricantes de NAS rackmount incluem múltiplas camadas de proteção no hardware para mitigar esses outros pontos de falha, que são igualmente críticos.

Muitos storages empresariais vêm equipados com fontes de alimentação (PSUs) redundantes. Se uma fonte falhar, a outra assume instantaneamente, sem qualquer interrupção no serviço. Da mesma forma, múltiplas portas de rede (LAN) oferecem caminhos alternativos para a comunicação. Com a agregação de link, essas portas podem trabalhar juntas para aumentar a velocidade e fornecer failover caso um switch ou cabo apresente defeito.

Para ambientes ainda mais exigentes, alguns sistemas suportam a configuração de um cluster de alta disponibilidade. Nessa arquitetura, dois servidores NAS idênticos trabalham em modo ativo-passivo. Se o servidor principal falhar, o secundário assume todas as operações de forma automática e quase instantânea. Essa tecnologia oferece um nível de continuidade que raramente é alcançado com um único equipamento.

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Analisando o desempenho: IOPS, taxa de transferência e latência

Um storage com alta capacidade precisa também ser rápido para atender às demandas do dia a dia. Um acesso lento aos arquivos prejudica a produtividade, principalmente em ambientes com muitos usuários ou com aplicações pesadas, como a edição de vídeo 4K ou bancos de dados. A performance de um NAS é geralmente medida por três métricas principais, cada uma relevante para um tipo de uso.

O IOPS (operações de entrada e saída por segundo) é vital para ambientes com máquinas virtuais, onde ocorrem inúmeras pequenas leituras e escritas. Já a taxa de transferência, medida em megabytes por segundo (MB/s), indica a velocidade para mover arquivos grandes, algo essencial para equipes que trabalham com vídeo ou design gráfico. Por fim, a latência representa o tempo de resposta do sistema, e um valor baixo é fundamental para aplicações interativas.

O desempenho final é influenciado por vários componentes do hardware, como o processador, a memória RAM e a interface de rede. Para acelerar o acesso aos dados armazenados em hard disks, muitos sistemas utilizam cache com SSDs. Essa técnica armazena os dados mais acessados em unidades de estado sólido, que são muito mais rápidas, e entrega uma melhora significativa na latência e no IOPS do conjunto.

Conectividade: portas 1GbE, 10GbE e Fibre Channel

A interface de rede é um dos principais fatores que determinam a velocidade de acesso ao NAS. A maioria dos NAS residenciais vem com portas Gigabit Ethernet (1GbE), que entregam uma taxa de transferência teórica de até 125 MB/s. Essa velocidade é geralmente suficiente para escritórios pequenos com tarefas básicas de compartilhamento de arquivos e backup.

No entanto, para equipes maiores, ambientes de virtualização ou fluxos de trabalho com vídeo de alta resolução, a conexão 1GbE se torna um gargalo. Nesses cenários, a conectividade 10GbE é quase obrigatória, pois oferece dez vezes mais largura de banda. Com ela, as transferências de arquivos grandes são muito mais rápidas e múltiplos usuários podem acessar o storage simultaneamente sem degradação notável no desempenho.

Em infraestruturas mais complexas, alguns storages de ponta também oferecem suporte a Fibre Channel (FC). Essa tecnologia é projetada para redes de armazenamento (SANs) e fornece altíssimo desempenho com baixa latência, sendo a escolha preferida para conectar servidores a um armazenamento em bloco. Embora seja menos comum em um NAS tradicional, essa opção expande a versatilidade do equipamento para aplicações corporativas críticas.

Principais fabricantes: Qnap, Synology e Asustor

O mercado de NAS é dominado por alguns fabricantes consolidados, cada um com seus pontos fortes. A escolha entre eles depende bastante das prioridades de cada empresa, seja em hardware, software ou custo-benefício. Conhecer suas diferenças ajuda a tomar uma decisão mais alinhada com as necessidades específicas da sua infraestrutura.

A Qnap é frequentemente reconhecida pelo hardware potente e pela vasta gama de opções para conectividade, incluindo portas 10GbE e Thunderbolt em muitos equipamentos. Seu sistema operacional QuTS hero, baseado em ZFS, oferece recursos avançados como a autocorreção de dados e snapshots eficientes, o que atrai usuários avançados e empresas com foco em integridade máxima dos dados.

A Synology, por outro lado, é amplamente elogiada pela simplicidade e pela robustez do seu sistema operacional, o DiskStation Manager (DSM). A interface é extremamente intuitiva e seu ecossistema de aplicativos é vasto e bem integrado. Por isso, é a marca preferida por muitas empresas que buscam uma solução confiável e fácil de gerenciar, quase como um "plug-and-play" corporativo.

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Os storages 60TB e suas diferenças

A escolha de um storage específico deve ser guiada pela aplicação principal do storage. Em vez de apenas comparar especificações, vale a pena pensar no problema que o equipamento precisa resolver. Cada linha de produto é otimizada para um tipo de carga de trabalho, e a decisão correta evita gargalos futuros e gastos desnecessários. Frequentemente, o sistema de armazenamento mais caro não é necessariamente o melhor para o seu cenário.

Por exemplo, um Qnap da série TVS-hx74 com sistema QuTS hero é ideal para armazenar dados críticos, como bancos de dados ou arquivos de projetos de longo prazo. O sistema de arquivos ZFS previne a corrupção silenciosa dos dados, um risco real em grandes volumes. Para um ambiente focado em colaboração e backup centralizado, um Synology RackStation como o RS1221+ é uma aposta segura. Sua estabilidade e o software amigável simplificam a administração diária.

Já para um estúdio criativo que precisa de alto desempenho para edição de vídeo com um orçamento mais controlado, um NAS Asustor Lockerstor Gen2 pode ser a solução. Esses equipamentos geralmente oferecem portas 2.5GbE ou 10GbE como padrão, entregando uma excelente relação entre preço e performance para transferências de arquivos grandes. A escolha, portanto, depende do equilíbrio entre segurança, facilidade de uso e velocidade.

Como a capacidade de 60TB é alcançada?

É fundamental entender que a capacidade anunciada, como 60TB, quase sempre se refere à capacidade bruta total dos discos. Esse valor representa a soma do espaço de todos os hard disks instalados no equipamento. Por exemplo, um NAS de 4 baias com quatro HDs de 16TB totaliza 64TB de capacidade bruta. No entanto, o espaço útil disponível para armazenar arquivos será menor.

A diferença entre a capacidade bruta e a útil vem da necessidade de redundância do arranjo RAID. Para proteger os dados, parte do espaço é usada para armazenar informações de paridade. Em um arranjo RAID 5 com quatro discos de 16TB, um disco inteiro é dedicado à paridade, resultando em aproximadamente 48TB úteis. Se a escolha for por um RAID 6, que tolera a falha de dois discos, a capacidade útil cairia para cerca de 32TB.

Muitos sistemas de rackmount também oferecem escalabilidade através de unidades de expansão. Se a demanda por armazenamento crescer, é possível conectar gabinetes adicionais ao NAS principal para adicionar mais discos. Isso permite que a infraestrutura cresça de forma modular, sem a necessidade de substituir todo o sistema, o que protege o investimento inicial.

Recursos essenciais para gerenciamento e segurança

Além do armazenamento, um NAS moderno oferece um conjunto robusto de ferramentas para gerenciamento e segurança. A administração do sistema é feita através de uma interface web intuitiva, que permite configurar compartilhamentos, gerenciar usuários e grupos, e definir permissões de acesso com bastante granularidade. Bons sistemas também fornecem painéis de monitoramento que exibem a saúde dos discos e o consumo dos recursos em tempo real.

No quesito segurança, o recurso de snapshots é uma das defesas mais eficazes contra ransomware. Os snapshots criam cópias de um ponto no tempo dos seus arquivos e pastas. Se um ataque de ransomware criptografar os dados, é possível restaurar rapidamente uma versão anterior e limpa, minimizando o impacto. Adicionalmente, muitos sistemas incluem antivírus integrado e firewall para proteger o storage contra ameaças externas.

Esses equipamentos também se destacam como plataformas centrais de backup. Eles são compatíveis com os principais softwares do mercado e possuem aplicativos nativos para fazer backup de computadores Windows, macOS e Linux. Muitos servidores NAS também sincronizam dados com serviços de nuvem ou replicam informações para outro NAS em um local diferente, criando uma estratégia de backup completa e automatizada.

A escolha certa para sua infraestrutura

Selecionar o NAS rackmount ideal envolve analisar cuidadosamente as necessidades da sua infraestrutura. Os fatores decisivos incluem a demanda por desempenho, o nível de redundância exigido, a familiaridade da equipe com o ecossistema de software e o orçamento disponível. Uma escolha apressada pode resultar em um sistema subdimensionado que causa lentidão ou superdimensionado que gera custos desnecessários.

A melhor solução não é definida apenas pela capacidade. Ela depende do alinhamento entre os recursos do equipamento e o seu fluxo de trabalho. Um storage Qnap com ZFS, por exemplo, oferece uma camada extra de integridade para dados insubstituíveis. Já um Synology pode simplificar a vida dos administradores com sua interface e aplicativos bem polidos. Ponderar esses aspectos é o caminho para um investimento bem-sucedido.

Em última análise, um sistema de armazenamento bem planejado é a base para a segurança e a disponibilidade dos dados. Para garantir que todos os requisitos sejam atendidos, consultar especialistas que podem avaliar seu ambiente e recomendar a solução mais adequada é sempre uma boa prática. Um NAS rackmount de 60TB é a resposta para quem busca consolidar o armazenamento com profissionalismo e segurança.

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