Backup em NAS: Suas cópias de segurança sempre atualizadas

Backup em NAS: Saiba mais sobre os equipamentos disponíveis, hardware, software, vantagens, desvantagens e proteja seus dados contra falhas e imprevistos.

O que é um backup em NAS?

Backup em NAS é o processo que copia dados de vários computadores, servidores e dispositivos móveis para um equipamento de armazenamento centralizado na rede. O sistema funciona como um cofre digital, que protege os arquivos contra falhas e perdas. Diferentemente dos HDs externos, um storage NAS fica sempre conectado e acessível para todos os usuários autorizados, o que facilita a automação das rotinas. Essa abordagem também melhora a organização dos dados, pois concentra todas as cópias de segurança em um único local. Frequentemente, os administradores de TI configuram o equipamento para executar cópias automáticas durante a noite, sem qualquer intervenção manual. Como resultado, a integridade das informações aumenta, enquanto o risco de esquecimento, que é comum em processos manuais, diminui bastante. Além disso, muitos desses equipamentos possuem recursos avançados, como snapshots, que registram o estado dos arquivos em múltiplos pontos no tempo. Essa funcionalidade é uma excelente defesa contra ransomware, pois permite restaurar rapidamente uma versão limpa dos dados ant...

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Como escolher os aplicativos certos?

A escolha do software correto para executar as cópias de segurança é um passo fundamental. Muitos sistemas NAS, como os da QNAP e Synology, já vêm com aplicativos nativos bastante completos, como o Hybrid Backup Sync (HBS 3). Essas ferramentas geralmente suportam múltiplos destinos, incluindo outros storages, serviços de nuvem e servidores remotos, o que simplifica a criação de um plano de recuperação robusto. Para ambientes mais complexos, talvez seja necessário usar softwares de terceiros, como o Veeam ou o Acronis, que são compatíveis com a maioria dos equipamentos. Esses aplicativos oferecem funcionalidades específicas para máquinas virtuais e bancos de dados, com recursos granulares para restaurar itens individuais. A compatibilidade do software com seu sistema operacional e suas aplicações é sempre um critério decisivo. Vale ressaltar que o aplicativo ideal também deve oferecer criptografia para proteger os dados em trânsito e em repouso. Outro recurso importante é o versionamento, que salva múltiplas versões de um mesmo arquivo. Assim, se um documento for corrompido o...

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Qual a capacidade ideal para o armazenamento?

Dimensionar um network attached storage corretamente evita dores de cabeça no futuro. Uma regra prática bastante usada é calcular o volume total de dados a ser protegido e multiplicar por três. Essa conta simples considera o espaço para a cópia principal, o histórico de versões dos arquivos e uma margem para o crescimento dos dados ao longo de alguns anos. Por exemplo, se sua empresa possui 1 TB de dados críticos, um NAS 2 baias com pelo menos 3 TB de capacidade útil seria um bom ponto de partida. É importante lembrar que a capacidade útil é diferente da capacidade bruta dos discos, principalmente quando se usa RAID para redundância. Um arranjo RAID 1 com dois discos de 4 TB, por exemplo, oferece apenas 4 TB de espaço utilizável. O tipo de backup também influencia o consumo de espaço. Backups completos consomem muito mais capacidade que os incrementais ou diferenciais, que salvam apenas os dados alterados desde a última cópia. Um bom software de backup gerencia essa política de retenção automaticamente, descartando versões antigas para liberar espaço, o que otimiza o uso do ...

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Backup é o mesmo que sincronização?

Muitos usuários confundem backup com sincronização, mas os dois processos têm propósitos fundamentalmente diferentes. A sincronização espelha o conteúdo entre dois ou mais locais em tempo real. Se você deletar um arquivo na origem, o sistema de sincronia também o removerá do destino. Essa característica é útil para manter documentos atualizados em vários dispositivos. No entanto, essa mesma agilidade se torna um grande risco para a segurança. Um arquivo infectado por ransomware, por exemplo, será sincronizado instantaneamente com o destino, corrompendo também a sua cópia. Da mesma forma, uma exclusão acidental se propaga imediatamente, sem oferecer uma janela para recuperação. Por isso, a sincronização nunca deve ser a única estratégia para proteção de dados. O backup, por outro lado, cria cópias pontuais e históricas dos arquivos. Ele não espelha as ações em tempo real. Se um arquivo for deletado da origem, ele permanecerá intacto nas cópias de segurança anteriores. Isso permite restaurar os dados para um estado anterior a qualquer incidente, seja uma falha de hardware, um ...

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Quantas cópias são realmente seguras?

Para uma proteção de dados verdadeiramente eficaz, especialistas recomendam a estratégia 3-2-1. Essa regra é um padrão da indústria e orienta a criação de um sistema de cópias de segurança com alta resiliência. O conceito é bastante simples e pode ser aplicado em qualquer ambiente, desde um pequeno escritório até um grande datacenter. A estratégia determina que você deve manter pelo menos três cópias dos seus dados importantes. A primeira é o arquivo original, em produção. As outras duas são cópias de segurança. Essas cópias precisam estar armazenadas em dois tipos diferentes de mídia. Por exemplo, uma cópia pode ficar no seu sistema de armazenamento (discos rígidos) e outra em um serviço de nuvem ou em fitas LTO. Por fim, a regra exige que uma dessas cópias seja guardada em um local externo (offsite). Isso protege seus dados contra desastres locais, como incêndios, inundações ou roubos. Um NAS moderno simplifica essa etapa, pois muitos aplicativos nativos conseguem enviar os backups para serviços como Amazon S3, Google Cloud ou Backblaze B2 automaticamente.

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Por que RAID não substitui uma cópia de segurança?

Essa é, talvez, a confusão técnica mais perigosa no mundo do armazenamento. Muitas pessoas acreditam que um sistema com RAID (Redundant Array of Independent Disks) já é uma forma de backup. Na realidade, RAID é uma tecnologia que visa a tolerância a falhas e a continuidade das operações, não a proteção dos dados em si. O RAID funciona distribuindo ou espelhando os dados em múltiplos discos rígidos. Se um dos discos falhar, o sistema continua operando com os discos restantes, sem que os usuários percebam qualquer interrupção. O arranjo protege contra a perda de um componente de hardware, mas é completamente ineficaz contra problemas lógicos. Se um usuário deletar um arquivo acidentalmente ou um ransomware criptografar uma pasta, o RAID replicará essa ação instantaneamente em todos os discos. O dado estará perdido ou corrompido em todo o conjunto. Portanto, o RAID garante que o sistema de armazenamento continue online, enquanto o backup garante que você possa recuperar os arquivos após um incidente.

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Como automatizar as rotinas de proteção?

A maior falha em qualquer estratégia de backup é o fator humano. Processos manuais são frequentemente esquecidos ou adiados, o que deixa os dados vulneráveis por longos períodos. A automação elimina essa variável e garante que as cópias de segurança sejam executadas de forma consistente e pontual, sem depender da memória de alguém. Quase todos os sistemas NAS modernos possuem ferramentas robustas para agendar tarefas. Você pode configurar rotinas para rodar diariamente, semanalmente ou mensalmente, em horários de baixa atividade para não impactar o desempenho da rede. Também é possível criar múltiplos trabalhos, cada um com sua própria política, para proteger diferentes conjuntos de dados. Além do agendamento, alguns aplicativos oferecem backup em tempo real ou contínuo para pastas críticas. Nessas configurações, qualquer alteração em um arquivo dispara imediatamente uma cópia para o storage. Essa abordagem é ideal para documentos importantes ou bancos de dados pequenos, pois minimiza a janela de perda de dados (RPO) para quase zero.

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Quais protocolos de rede afetam o desempenho?

O desempenho de um backup em rede depende bastante do protocolo de compartilhamento utilizado. Os mais comuns são o SMB/CIFS, padrão para ambientes Windows, e o NFS, frequentemente usado com sistemas Linux e ambientes de virtualização como o VMware. A escolha entre eles geralmente depende dos sistemas operacionais dos seus clientes. Para cargas de trabalho que exigem alta performance, como o backup de bancos de dados ou de muitas máquinas virtuais, o protocolo iSCSI pode ser uma alternativa superior. O iSCSI apresenta um volume de armazenamento do NAS para o servidor como se fosse um disco local. Essa conexão em nível de bloco geralmente oferece menor latência e maior throughput que os protocolos baseados em arquivos. A infraestrutura de rede também é um fator determinante. Uma rede Gigabit Ethernet (1 GbE) pode se tornar um gargalo ao transferir grandes volumes. Para acelerar o processo, muitas empresas investem em redes de 10 GbE ou utilizam tecnologias como a agregação de link (port trunking), que combina múltiplas portas de rede para aumentar a largura de banda disponíve...

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A importância dos testes de recuperação (DR)

Uma política de backup só é confiável se for testada. Muitas organizações implementam rotinas automáticas e presumem que tudo está funcionando, mas raramente validam se as cópias são realmente restauráveis. Um backup que não funciona na hora da emergência tem o mesmo valor que nenhum backup. Por isso, a realização de testes periódicos de recuperação de desastres (Disaster Recovery) é indispensável. Esses testes envolvem a restauração de arquivos, pastas ou até mesmo sistemas inteiros em um ambiente controlado para verificar a integridade dos dados e a eficácia do processo. A prática valida a tecnologia e também treina a equipe para agir com calma e precisão durante uma crise real. Comece com testes simples, como restaurar alguns arquivos aleatórios a cada semana. Depois, avance para testes mais complexos, como a recuperação de um servidor virtual inteiro. Documente cada passo e meça o tempo necessário para a recuperação (RTO). Esses exercícios revelam falhas no plano e ajudam a ajustar a estratégia antes que um desastre real aconteça.

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O NAS como pilar da sua estratégia de dados

Diante dos múltiplos riscos que ameaçam os dados digitais, centralizar a proteção em um servidor de armazenamento se mostra uma decisão inteligente e segura. O equipamento não apenas automatiza as cópias, mas também adiciona camadas de segurança que são difíceis de replicar com soluções improvisadas, como HDs externos ou pastas compartilhadas em um computador comum. Um sistema de armazenamento dedicado, como os da linha QNAP, integra hardware e software para criar um ambiente robusto. A redundância do RAID protege contra falhas de disco, enquanto os snapshots oferecem uma linha de defesa poderosa contra ataques de ransomware. Adicionalmente, aplicativos como o HBS 3 facilitam a implementação da estratégia 3-2-1, com sincronização para a nuvem e outros destinos remotos. Ao consolidar o armazenamento e o backup em uma única plataforma, a gestão se torna muito mais simples e a confiabilidade aumenta. Você ganha visibilidade sobre o status das cópias, recebe alertas sobre qualquer problema e tem a certeza de que seus dados estão protegidos. Para qualquer empresa ou usuário que v...

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