Saiba como proteger arquivos importantes

Precisa proteger arquivos importantes? Saiba mais sobre o assunto e conheça os melhores dispositivos de armazenamento para proteger seus arquivos.

Por que é tão importante fazer backup?

Backup é essencialmente uma cópia segura dos seus dados, armazenada em um local diferente do original. Sua principal função é restaurar arquivos após qualquer incidente, como falhas de hardware, corrupção ou ataques cibernéticos, pois ele garante a continuidade das operações. Sem essa cópia, a recuperação dos dados se torna impossível na maioria das vezes. Muitas pessoas associam a necessidade de cópias apenas a defeitos físicos nos equipamentos. No entanto, o maior volume de perdas frequentemente vem de exclusões acidentais ou softwares maliciosos. Um bom plano de proteção também resguarda contra essas ameaças lógicas, que são bastante comuns. Portanto, a tarefa não é apenas sobre guardar dados, mas sobre construir um plano de recuperação eficaz. Sem essa estratégia, qualquer empresa ou usuário doméstico fica completamente vulnerável a paralisações inesperadas e perdas irrecuperáveis.

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Com que frequência devo copiar meus dados?

A frequência ideal para o backup depende diretamente da importância e da taxa de alteração dos seus arquivos. Dados críticos que mudam diariamente, como bancos de dados ou documentos de trabalho, exigem cópias diárias ou até contínuas. Já arquivos pessoais, como fotos e vídeos, talvez precisem apenas de backups semanais ou mensais. Definir essa periodicidade ajuda a minimizar a janela de perda de dados. Por exemplo, se você faz um backup semanal e seu servidor falha no sexto dia, todo o trabalho realizado nesse intervalo será perdido. Por isso, soluções de backup automatizadas são muito mais eficientes, pois executam a rotina sem intervenção manual. Uma boa prática é alinhar a frequência com seu RPO (Recovery Point Objective), que define a quantidade máxima de dados que você aceita perder. Para operações críticas, o RPO deve ser próximo de zero, o que exige tecnologias mais avançadas como a replicação em tempo real.

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A criptografia realmente protege os arquivos?

Sim, a criptografia é uma camada de segurança fundamental para qualquer estratégia de backup. Ela funciona ao codificar os dados, transformando-os em um formato ilegível para quem não possui a chave ou senha correta. Mesmo que alguém roube seu HD externo ou invada seu armazenamento em nuvem, os arquivos permanecerão inacessíveis. O processo geralmente ocorre antes da transferência dos dados para o destino do backup. Softwares modernos executam essa tarefa automaticamente, sem impactar o desempenho. A escolha de um algoritmo forte, como o AES-256, é crucial para uma proteção robusta. Contudo, a segurança da criptografia depende inteiramente da gestão das chaves. Perder a senha significa perder o acesso aos seus próprios backups. Por isso, é vital guardar as chaves de descriptografia em um local seguro e separado, como um gerenciador de senhas ou um cofre físico.

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Quais os riscos do backup exclusivo na nuvem?

Muitas empresas e usuários confiam cegamente nos serviços de nuvem para todas as suas cópias de segurança. Embora a nuvem ofereça conveniência e acesso remoto, depender apenas dela cria alguns riscos significativos. Uma falha no provedor, um ataque direcionado à sua conta ou mesmo a falência da empresa pode deixar você sem acesso aos seus dados. Além disso, a velocidade para recuperar grandes volumes de dados da nuvem pode ser um problema. Restaurar terabytes de informação pela internet leva dias ou até semanas, um tempo de inatividade que poucas empresas conseguem suportar. O custo com o tráfego de dados também pode ser bastante elevado em situações de recuperação massiva. Por isso, a nuvem funciona melhor como parte de uma estratégia híbrida. Ela é excelente para a cópia offsite, mas manter uma cópia local rápida e acessível é indispensável para uma recuperação ágil no dia a dia.

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Como as permissões de acesso aumentam a segurança?

Configurar permissões de acesso adequadas é uma medida protetiva simples, mas extremamente eficaz. A ideia é aplicar o princípio do menor privilégio, onde cada usuário tem acesso apenas aos arquivos e pastas estritamente necessários para seu trabalho. Isso limita drasticamente a superfície de ataque. Em um ataque de ransomware, por exemplo, o malware se espalha usando as credenciais do usuário infectado. Se esse usuário tiver acesso irrestrito a toda a rede, o estrago será muito maior. Com permissões granulares, o dano fica contido na área de atuação daquele usuário específico. Essa gestão também previne erros humanos, como a exclusão ou alteração acidental de arquivos importantes por pessoas não autorizadas. Em um servidor de arquivos, essa configuração é centralizada e fácil de gerenciar, o que simplifica a proteção do ambiente.

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Por que manter cópias offline é uma boa ideia?

Cópias de segurança offline, ou "air-gapped", são aquelas armazenadas em dispositivos fisicamente desconectados da rede e do computador principal. Pense em um HD externo guardado em uma gaveta ou fitas LTO armazenadas em um cofre. Essa desconexão é a sua melhor defesa contra ameaças online. Ransomware e outros malwares são projetados para se espalhar por redes conectadas e criptografar todos os dados que encontram, incluindo backups online. Se sua cópia de segurança estiver conectada ao dispositivo infectado, ela também será comprometida. Uma cópia offline, por outro lado, permanece completamente isolada e segura. Embora exija um pouco mais de disciplina manual para conectar o dispositivo, fazer o backup e desconectá-lo, o esforço vale a pena. Essa prática garante que você sempre terá um ponto de restauração limpo e confiável, não importa a gravidade do ataque cibernético.

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O que é a regra de backup 3-2-1?

A regra 3-2-1 é uma das estratégias de proteção de dados mais recomendadas e testadas pelo mercado. Ela é surpreendentemente simples e poderosa. A regra dita que você deve manter pelo menos três cópias dos seus dados importantes, em dois tipos de mídias diferentes, com uma dessas cópias armazenada em um local externo (offsite). Na prática, isso poderia significar ter o arquivo original no seu computador (cópia 1), um primeiro backup em um dispositivo de armazenamento na sua rede local (mídia 1) e um segundo backup em um serviço de nuvem ou em um HD externo guardado em outro endereço (mídia 2, offsite). Essa diversificação minimiza o risco de um único ponto de falha destruir todas as suas cópias. Seguir essa abordagem aumenta drasticamente a resiliência do seu plano de recuperação. Se um incêndio destruir seu escritório, a cópia offsite sobrevive. Se o seu sistema de armazenamento falhar, você ainda tem a cópia na nuvem. Assim, a regra 3-2-1 é a resposta para uma proteção de dados verdadeiramente completa.

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Como garantir que a recuperação de dados funcionará?

Um backup só tem valor se ele puder ser restaurado com sucesso. Infelizmente, muitas pessoas e empresas descobrem que suas cópias estão corrompidas ou incompletas apenas quando mais precisam delas. Por isso, testar periodicamente o processo de recuperação é tão importante quanto fazer o backup em si. Os testes não precisam ser complexos. Você pode, por exemplo, tentar restaurar alguns arquivos aleatórios a cada mês para verificar sua integridade. Para ambientes mais críticos, simular um desastre completo e tentar restaurar um servidor inteiro em um ambiente de teste é a melhor forma para validar todo o processo. Essa prática também familiariza a equipe com os procedimentos de recuperação, o que acelera a resposta durante uma emergência real. Lembre-se sempre: um backup que nunca foi testado é apenas uma suposição, não uma garantia.

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Um NAS residencial centraliza a proteção dos dados?

Sim, um NAS doméstico atua como um hub central para a proteção de dados em uma rede. Ele consolida os arquivos de múltiplos computadores em um único local, o que simplifica a execução de rotinas de backup automatizadas e consistentes. Em vez de gerenciar vários HDs externos, você gerencia um único equipamento. Storages modernos como os da Qnap e Synology oferecem uma grande variedade de aplicativos para backup. Eles suportam cópias de PCs, servidores e máquinas virtuais, além de sincronizarem dados com serviços de nuvem para criar a cópia offsite da regra 3-2-1. Adicionalmente, a tecnologia de snapshots cria versões dos arquivos, protegendo contra ransomware. Com recursos como redundância de discos (RAID), permissões de usuário granulares e criptografia nativa, um servidor de armazenamento não apenas armazena seus backups, mas também os protege. Dessa forma, um equipamento como esse é a resposta para implementar uma estratégia de proteção de dados robusta, confiável e fácil de gerenciar.

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