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Erros comuns ao adquirir um NAS para backup

Erros comuns ao adquirir um NAS para backup

Índice:

Muitas empresas e usuários domésticos já reconhecem a urgência de proteger seus dados com backups.

No entanto, a escolha apressada de um Network Attached Storage (NAS) frequentemente transforma a solução em um novo problema.

Essa decisão, quase sempre baseada apenas no preço, ignora fatores técnicos essenciais.

Um equipamento subdimensionado ou mal configurado não apenas falha em proteger os arquivos, mas também cria uma falsa sensação de segurança.

Essa confiança equivocada é perigosa.

Quando uma falha real acontece, a recuperação dos dados se torna impossível.

Assim, o investimento que deveria trazer tranquilidade acaba por gerar prejuízos ainda maiores.

Entender os equívocos mais comuns é o primeiro passo para adquirir um storage que realmente funcione como uma fortaleza para suas informações.

Quais os principais equívocos ao comprar um NAS para backup?

Os principais equívocos ao comprar um NAS para backup envolvem escolher um modelo com pouca potência, usar discos rígidos domésticos, configurar o RAID de forma errada e, principalmente, ignorar uma estratégia completa como a regra 3-2-1.

Essas falhas quase sempre comprometem a integridade dos dados e dificultam a recuperação em desastres.

Muitos gestores focam apenas na capacidade em terabytes, sem avaliar o hardware interno.

Um processador fraco e pouca memória RAM, por exemplo, limitam severamente a velocidade das cópias e o acesso simultâneo por vários usuários.

Além disso, a ausência de recursos como snapshots torna o sistema vulnerável a ataques ransomware, pois impede a restauração para um ponto anterior ao incidente.

Portanto, a análise precisa ir muito além do espaço disponível.

Em nossos testes, equipamentos de entrada frequentemente sofrem para executar tarefas simples de sincronização, enquanto múltiplos backups acontecem.

Essa lentidão impacta a produtividade e, em casos críticos, pode até corromper os arquivos durante a transferência.

A escolha correta equilibra capacidade, desempenho e segurança.

Ignorar o dimensionamento da capacidade futura

Um erro bastante comum é comprar um storage que atende apenas à demanda atual.

As empresas geralmente esquecem que o volume de dados cresce exponencialmente.

Um NAS com duas baias pode parecer suficiente hoje, mas rapidamente se torna um gargalo, pois limita as opções de expansão e os níveis de RAID mais seguros.

Quando o espaço acaba, a única saída é uma migração complexa e arriscada para um sistema maior.

Esse processo exige planejamento, tempo de inatividade e, algumas vezes, a compra de um novo conjunto de discos.

O custo total dessa operação supera em muito a economia inicial obtida com um equipamento menor.

Nossa recomendação é sempre projetar o crescimento para, no mínimo, três a cinco anos.

Um servidor com mais baias, como um modelo de quatro ou cinco gavetas, oferece flexibilidade para adicionar mais discos no futuro e suporta arranjos RAID mais robustos, como o RAID 6, que tolera a falha de até dois HDs simultaneamente.

Usar discos rígidos inadequados para o trabalho

Muitos usuários tentam economizar ao instalar discos rígidos de desktop em um NAS, mas essa é uma péssima ideia.

HDs convencionais não foram projetados para operar 24 horas por dia, sete dias por semana.

Eles também não possuem sensores para compensar a vibração gerada por múltiplas unidades funcionando juntas em um mesmo gabinete.

Essa condição de trabalho severa acelera o desgaste e aumenta drasticamente a probabilidade de falhas.

Discos específicos para NAS, como as linhas IronWolf da Seagate ou WD Red da Western Digital, são construídos para essa carga de trabalho contínua.

Eles possuem firmware otimizado para ambientes RAID e tecnologias que garantem maior confiabilidade.

Ignorar essa especificação compromete todo o sistema.

A falha de um único disco de desktop em um arranjo RAID pode iniciar um processo de reconstrução estressante para as outras unidades.

Se outro disco falhar durante esse processo, a perda de dados é quase certa.

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Achar que RAID substitui uma rotina de cópias

Confundir RAID com backup é, talvez, o erro conceitual mais perigoso.

A tecnologia RAID (Redundant Array of Independent Disks) foi criada para garantir a continuidade das operações em caso de falha de um disco rígido.

Ela oferece redundância e alta disponibilidade, mas não protege contra perda de dados por outras causas.

Se um usuário apagar um arquivo acidentalmente, o RAID replicará essa exclusão instantaneamente em todos os discos.

O mesmo acontece com a corrupção de arquivos ou um ataque de ransomware que criptografa tudo.

Nessas situações, a redundância do RAID se torna inútil, pois ele apenas espelha o problema.

O backup, por outro lado, cria cópias dos dados em um local separado, seja em outro dispositivo ou na nuvem.

Essas cópias permitem restaurar uma versão anterior e íntegra dos arquivos.

Portanto, um NAS com RAID é uma excelente primeira camada de proteção, mas nunca deve ser a única.

Subestimar a importância do processador e da memória

O desempenho de um storage de rede não depende apenas dos discos rígidos.

O processador e a memória RAM são componentes vitais que ditam a velocidade com que o sistema responde às solicitações.

Um NAS com hardware fraco terá dificuldades para gerenciar múltiplos backups simultâneos ou atender vários usuários ao mesmo tempo.

Recursos modernos, como a criptografia de dados, a execução de máquinas virtuais ou o uso de snapshots, consomem bastante poder de processamento.

Um equipamento de entrada com um processador ARM de baixo custo pode ficar sobrecarregado, resultando em transferências lentas e uma interface de gerenciamento que não responde.

Para ambientes empresariais, um processador Intel Celeron ou superior e, no mínimo, 4 GB de RAM são recomendáveis.

Esse poder de fogo garante que o sistema execute todas as suas tarefas de proteção sem comprometer o acesso aos arquivos.

O investimento em um hardware melhor se traduz diretamente em eficiência e confiabilidade.

Desprezar a conectividade de rede do equipamento

A velocidade de acesso aos dados em um NAS está diretamente ligada à sua conexão de rede.

A maioria dos modelos de entrada vem com uma única porta Gigabit Ethernet (1GbE), que oferece uma taxa de transferência teórica de cerca de 125 MB/s.

Embora pareça muito, essa velocidade pode se tornar um gargalo rapidamente.

Em um escritório com várias pessoas acessando e salvando arquivos grandes, essa única porta ficará saturada.

O mesmo ocorre durante a noite, quando os backups de múltiplos servidores e estações de trabalho são executados ao mesmo tempo.

A lentidão na rede atrasa a finalização das cópias e aumenta a janela de risco.

Soluções mais avançadas oferecem múltiplas portas 1GbE, que podem ser combinadas via agregação de link para aumentar a largura de banda e fornecer redundância.

Para um desempenho ainda maior, portas de 2.5GbE ou 10GbE são a resposta, pois eliminam os gargalos e aceleram drasticamente as rotinas de backup e restauração.

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Não planejar uma estratégia de backup 3-2-1

Adquirir um NAS e centralizar todos os backups nele sem um plano adicional é uma armadilha.

Se o dispositivo falhar por completo, for roubado ou destruído em um incêndio, todos os dados, incluindo as cópias de segurança, serão perdidos.

A estratégia 3-2-1 existe justamente para evitar esse tipo de desastre completo.

A regra é simples.

Mantenha pelo menos três cópias dos seus dados.

Armazene essas cópias em dois tipos de mídia diferentes.

Por fim, guarde uma dessas cópias em um local externo (offsite).

O NAS funciona perfeitamente como o repositório principal, mas ele é apenas uma parte da equação.

Uma implementação prática seria ter os dados originais nos computadores, uma primeira cópia no NAS e uma segunda cópia em um serviço de nuvem ou em um HD externo guardado em outro prédio.

Essa abordagem diversifica os riscos e garante que, mesmo no pior cenário, sempre haverá uma cópia segura para a recuperação.

Negligenciar os recursos de segurança do sistema

Um servidor de arquivos conectado à rede é um alvo valioso para cibercriminosos.

Muitos administradores instalam o equipamento e esquecem de aplicar configurações básicas de segurança.

Manter senhas padrão, não criar usuários com permissões restritas e deixar portas abertas no firewall são convites para uma invasão.

Os ataques de ransomware, em particular, são devastadores.

Eles criptografam todos os arquivos e exigem um resgate para liberá-los.

Um NAS moderno oferece uma defesa poderosa contra essa ameaça, os snapshots.

Essa tecnologia cria "fotografias" do estado dos arquivos em um determinado momento, sem consumir muito espaço adicional.

Se um ataque ocorrer, basta restaurar o sistema para um snapshot anterior ao incidente, recuperando todos os dados de forma rápida e sem pagar resgate.

Ativar essa função, junto com um bom antivírus e atualizações constantes do sistema, é fundamental para a segurança do seu backup.

Comprar um storage sem suporte técnico qualificado

Quando um sistema de armazenamento falha, o tempo de resposta é crítico.

Optar por marcas desconhecidas ou montar uma solução própria (DIY) sem o conhecimento técnico necessário pode ser desastroso.

Na hora do problema, não haverá um especialista para ajudar a diagnosticar a falha ou a orientar no processo de recuperação.

Fabricantes estabelecidos, como a Storage NAS, oferecem não apenas hardware confiável, mas também um ecossistema de suporte.

Isso inclui documentação detalhada, atualizações de firmware que corrigem vulnerabilidades e uma equipe técnica pronta para auxiliar em situações de emergência.

Esse suporte é um seguro para a continuidade do negócio.

A aparente economia de uma solução sem suporte desaparece no primeiro incidente grave.

O custo da paralisação das atividades e da eventual contratação de uma empresa de recuperação de dados é infinitamente maior.

Por isso, o suporte técnico deve ser um critério decisivo na sua escolha.

Como um storage bem configurado evita esses problemas?

Um NAS para backup, quando escolhido e configurado corretamente, deixa de ser um risco para se tornar o pilar de uma estratégia de proteção de dados.

A seleção de um modelo com hardware adequado garante que as cópias sejam rápidas e confiáveis.

O uso de discos rígidos corporativos, por sua vez, assegura a estabilidade do arranjo RAID.

Além disso, um sistema operacional robusto oferece ferramentas essenciais.

Os snapshots protegem contra ransomware, enquanto aplicativos de sincronização facilitam a criação de cópias externas na nuvem, cumprindo a regra 3-2-1.

O gerenciamento centralizado simplifica a automação das rotinas e o monitoramento da saúde do sistema.

Ao evitar os erros comuns e investir em uma solução de qualidade com suporte especializado, você transforma seu ambiente.

A incerteza dá lugar à confiança, pois seus dados estarão protegidos por múltiplas camadas de segurança.

Nessa situação, um storage profissional é a resposta para garantir a resiliência e a continuidade das suas operações.

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