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Rackmount NAS 16-bay: Saiba mais sobre esses storages

Rackmount NAS 16-bay: Saiba mais sobre esses storages

Índice:

Muitas empresas enfrentam um crescimento exponencial de dados, que frequentemente sobrecarrega a infraestrutura de TI. Esse cenário quase sempre resulta em gargalos de desempenho e dificuldades no gerenciamento.

Um rackmount NAS de 16 baias surge como uma solução de armazenamento centralizado com alta densidade. Sua capacidade elevada acomoda grandes volumes de arquivos, backups e máquinas virtuais.

Assim, entender suas características técnicas é fundamental para um investimento assertivo. A análise correta dos recursos simplifica a escolha do equipamento ideal para cada demanda.

Qual o papel de um Rackmount NAS 16-bay na infraestrutura?

Rackmount NAS 16-bay é um servidor de armazenamento em rede projetado para instalação em gabinetes de rack padrão. Ele centraliza o armazenamento de dados para múltiplos usuários e diversas aplicações, com alta capacidade e desempenho para ambientes que precisam de escalabilidade.

Sua principal função é consolidar arquivos em um único local, acessível por toda a rede. O equipamento frequentemente utiliza protocolos como SMB para Windows e NFS para Linux. Além disso, muitos administradores o usam como um destino robusto para rotinas de backup de servidores e estações de trabalho.

O formato para rack otimiza o espaço físico em datacenters e salas de servidores. Essa característica física também facilita a organização dos cabos e a manutenção do sistema, que se integra perfeitamente com outros equipamentos de rede como switches e roteadores.

Bloco, arquivo ou objeto: qual o tipo de armazenamento ideal?

A escolha do tipo de armazenamento depende totalmente da aplicação principal. Um rackmount NAS pode operar com dados em nível de arquivo, bloco ou objeto, e cada modelo atende a necessidades distintas. O armazenamento de arquivos é, sem dúvida, o mais comum para esses equipamentos.

O acesso via arquivos é perfeito para compartilhamento de pastas e colaboração em documentos. Ele usa protocolos de rede conhecidos e simplifica o acesso para os usuários. Por outro lado, o armazenamento em bloco apresenta volumes de dados brutos aos servidores, ideal para bancos de dados e ambientes de virtualização que exigem o menor tempo de resposta possível.

Já o armazenamento de objetos se destaca na gestão de dados não estruturados em grande escala, como arquivos de nuvem e backups de longo prazo. Alguns sistemas unificados, como o Infortrend EonStor GS, suportam os três tipos simultaneamente. Essa versatilidade é uma grande vantagem para empresas com demandas diversas.

Desempenho: IOPS, latência e throughput importam?

As métricas de desempenho são, de fato, cruciais para avaliar um storage. O IOPS, ou operações de entrada e saída por segundo, mede quantos comandos de leitura e escrita o sistema executa. Um número alto de IOPS é vital para bancos de dados e para hospedar múltiplas máquinas virtuais.

O throughput, ou taxa de transferência, indica a velocidade com que grandes volumes de dados são movidos. Essa métrica, geralmente medida em Gb/s, é fundamental para aplicações como edição de vídeo e a restauração de backups pesados. Uma alta taxa de transferência acelera fluxos de trabalho com arquivos grandes.

A latência representa o tempo de espera para uma operação ser concluída. Uma baixa latência é sinônimo de um sistema ágil e responsivo, algo que os usuários percebem imediatamente. Portanto, o equilíbrio entre essas três métricas define a real performance do equipamento para sua carga de trabalho.

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Como a redundância garante a alta disponibilidade?

A alta disponibilidade é um pilar para a continuidade dos negócios. Um rackmount NAS 16-bay corporativo incorpora várias camadas de proteção para evitar paradas. A primeira e mais básica é o arranjo RAID, que protege os dados contra a falha de um ou mais discos rígidos.

Muitos sistemas também incluem um disco de hot spare. Esse HD reserva fica inativo, mas assume automaticamente o lugar de uma unidade defeituosa, o que inicia a reconstrução do RAID sem intervenção manual. Isso reduz drasticamente a janela de vulnerabilidade do sistema.

Além dos discos, fontes de alimentação e portas de rede redundantes são recursos comuns em modelos como o QNAP TS-h1677XU-RP e o Synology RS4021xs+. Se uma fonte queimar ou um cabo de rede falhar, a operação continua sem qualquer interrupção, o que garante o acesso contínuo aos dados.

O que são as portas 10GbE e por que usá-las?

Uma conexão de rede Gigabit (1GbE) frequentemente se torna o principal gargalo de um servidor de armazenamento com 16 discos. A velocidade máxima teórica de 125 MB/s dessa porta é insuficiente para extrair todo o potencial dos HDDs ou SSDs em um arranjo RAID.

As portas 10GbE oferecem dez vezes mais largura de banda, com velocidades que chegam a 1.250 MB/s. Essa performance é transformadora para tarefas como backup rápido de servidores, edição de vídeo 4K em rede e a execução de várias máquinas virtuais. Alguns modelos avançados já oferecem até portas de 25GbE.

No entanto, para aproveitar essa velocidade, toda a infraestrutura de rede precisa ser compatível. Isso inclui o uso de switches, placas de rede nos clientes e cabeamento adequados para 10GbE. Sem essa atualização, o NAS continuará limitado pela velocidade da porta mais lenta na cadeia.

Scale-up ou scale-out: qual a melhor estratégia de expansão?

A estratégia de expansão define como o sistema de armazenamento crescerá no futuro. A abordagem scale-up consiste em adicionar mais capacidade a um único servidor. Isso geralmente se faz com a conexão de gabinetes de expansão (JBODs), uma solução simples e com custo inicial menor.

Modelos da Synology e QNAP, por exemplo, tradicionalmente seguem o modelo scale-up. Embora aumente a capacidade, essa abordagem pode eventualmente encontrar um limite de desempenho na controladora do NAS principal. Todo o processamento continua centralizado em um único ponto.

Por outro lado, a expansão scale-out envolve adicionar novos servidores (nós) a um cluster. Soluções como o Dell PowerScale e alguns sistemas da Infortrend usam essa arquitetura. Com isso, tanto a capacidade quanto o desempenho crescem linearmente, pois cada novo nó adiciona seus próprios recursos de processamento à solução.

Quando optar por discos SAS e controladoras duplas?

A escolha por discos SAS e controladoras duplas eleva o patamar de confiabilidade do storage. Discos SATA são populares pelo seu custo mais baixo, mas os discos SAS são projetados para operação contínua 24x7. Eles oferecem maior desempenho em acessos concorrentes e uma durabilidade superior.

As controladoras duplas são um diferencial para aplicações de missão crítica. Em um sistema com essa arquitetura, como o Infortrend EonStor GS 3016 Gen2, duas controladoras operam em modo ativo-ativo. Se uma delas falhar por qualquer motivo, a outra assume todas as operações de forma instantânea e transparente.

Esse mecanismo de failover elimina o storage como um ponto único de falha. Para ambientes de virtualização intensos ou bancos de dados essenciais, onde qualquer tempo de inatividade causa grandes prejuízos, a combinação de discos SAS com controladoras redundantes é a única escolha segura.

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Cuidado com o vendor lock-in de algumas marcas

O vendor lock-in, ou aprisionamento tecnológico, é um risco real ao adquirir um storage. Ele ocorre quando um fabricante exige o uso exclusivo de seus próprios componentes, principalmente discos rígidos e SSDs. Essa prática limita a flexibilidade do comprador e geralmente aumenta o custo total.

Alguns modelos da Synology e da Dell, por exemplo, são conhecidos por essa política. Ao usar discos não certificados pela marca, o sistema pode exibir alertas constantes, recusar a criação de arranjos RAID ou até mesmo negar o suporte técnico em caso de problemas. Isso força a compra de unidades com preços bem mais altos.

Em contrapartida, fabricantes como a QNAP e a Infortrend oferecem uma maior liberdade de escolha. Seus sistemas são compatíveis com uma vasta lista de discos de terceiros. Essa flexibilidade não apenas reduz o investimento inicial, mas também simplifica a substituição de unidades no futuro.

As vantagens dos storages híbridos da Infortrend

Os storages da Infortrend se destacam por unificar recursos corporativos com um custo competitivo. Um modelo como o EonStor GS 3016 Gen2, por exemplo, oferece armazenamento unificado. Ele suporta acesso via bloco, arquivo e objeto em uma única plataforma, o que prepara a empresa para futuras demandas.

Sua arquitetura de controladoras duplas ativo-ativo entrega um nível de disponibilidade que raramente se encontra em outros equipamentos da mesma categoria de preço. Essa característica, combinada com o suporte para discos SAS, torna a solução ideal para ambientes que não toleram paradas.

Além disso, a ausência de vendor lock-in para discos proporciona uma grande economia a longo prazo. A Infortrend consegue, assim, equilibrar a robustez de um sistema SAN tradicional com a simplicidade de gerenciamento de um NAS, sem o alto custo associado a marcas como a Dell.

Como o cache SSD acelera o acesso aos dados?

O cache com SSD é uma forma inteligente de acelerar o desempenho de um grande conjunto de discos rígidos. A tecnologia usa um ou mais SSDs para armazenar cópias dos dados acessados com mais frequência, conhecidos como "dados quentes". Isso cria uma camada de armazenamento de alta velocidade.

Quando um usuário solicita um arquivo, o sistema primeiro verifica o cache. Se o dado estiver lá, ele é entregue a partir do SSD, que é muito mais rápido que um HDD. Essa técnica melhora drasticamente o tempo de resposta para leituras repetitivas, o que beneficia muito as aplicações do dia a dia.

Muitos sistemas também suportam cache de escrita, que usa o SSD para agrupar pequenas operações de gravação antes de enviá-las aos discos rígidos. Em resumo, o cache SSD é um investimento de baixo custo que produz um grande impacto no desempenho geral do storage.

Escolhendo o modelo certo para sua necessidade

A escolha do rackmount NAS 16-bay correto passa por uma análise criteriosa da sua aplicação. Para colaboração de arquivos e virtualização leve em pequenas empresas, um QNAP TS-h1677XU-RP ou um Synology RS2825RP+ frequentemente são suficientes, com um bom ecossistema de software.

Ambientes de edição de vídeo e pós-produção exigem alto throughput. Nesses casos, um sistema com portas 10GbE ou 25GbE e um cache SSD robusto não é um luxo, mas uma necessidade. O gargalo da rede pode inviabilizar todo o fluxo de trabalho.

Para aplicações críticas, como bancos de dados e virtualização intensiva, a alta disponibilidade é a prioridade máxima. Portanto, um storage com controladoras duplas e suporte a discos SAS, como um Infortrend EonStor GS, é a resposta para proteger a operação contra falhas de hardware.

Celso Ricardo Andrade

Celso Ricardo Andrade

Especialista em storages
"Sou especialista em storages e ajudo a projetar ambientes de armazenamento centralizados, seguros e de fácil gestão. Atuo como arquiteto de soluções, implemento NAS, DAS e redes SAN, além de ser redator senior que entrega soluções práticas para o armazenamento de dados, sempre com um conteúdo claro e aplicável para resultados reais."

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