Soluções para um backup corporativo eficiente

Precisa proteger dados empresariais? Saiba mais sobre soluções para um backup corporativo eficiente, conheça as melhores práticas e fuja de problemas.

O que é uma solução de backup corporativo?

Solução de backup corporativo é um conjunto integrado por hardware, software e políticas que automatiza a proteção dos dados vitais para uma empresa. Seu objetivo principal é garantir a recuperação rápida e confiável das informações após qualquer tipo de perda, seja por falhas técnicas ou ataques cibernéticos. Diferente das cópias manuais, esse sistema funciona com rotinas programadas, cria múltiplas versões dos arquivos e verifica a integridade das cópias. Ele também centraliza o gerenciamento, o que simplifica o monitoramento e a restauração dos dados, desde um único arquivo até servidores inteiros. Na prática, a estrutura de cópias de segurança é um pilar da continuidade dos negócios. Ela minimiza o tempo de inatividade e assegura que as operações possam ser retomadas com o mínimo de perda, o que preserva a saúde financeira e a reputação da companhia.

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Backup local, nuvem ou híbrido: qual escolher?

A escolha do local para armazenar as cópias de segurança impacta diretamente a velocidade da recuperação e a resiliência contra desastres. O backup local, geralmente feito em um storage NAS, oferece a maior velocidade para restaurar grandes volumes de dados, pois não depende da internet. No entanto, ele permanece vulnerável a incidentes físicos como incêndios ou roubos que afetem o local. O backup em nuvem, por sua vez, protege os dados contra desastres locais, pois armazena as cópias em datacenters remotos. Essa abordagem também oferece bastante escalabilidade. Seu ponto fraco é a dependência da velocidade da internet, que pode tornar a recuperação completa de um servidor um processo lento e custoso. Por isso, o modelo híbrido é quase sempre a melhor estratégia. Ele combina a agilidade do backup local para recuperações rápidas do dia a dia com a segurança do armazenamento em nuvem para o plano de recuperação de desastres. Essa abordagem segue a regra 3-2-1, um pilar fundamental para a proteção de dados.

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Entendendo as métricas RPO e RTO

Duas métricas fundamentais norteiam qualquer estratégia de proteção de dados: o RPO e o RTO. O RPO (Recovery Point Objective) define a perda máxima de dados que a empresa tolera. Se o RPO for de uma hora, por exemplo, o sistema precisa executar backups pelo menos a cada 60 minutos. Já o RTO (Recovery Time Objective) estabelece o tempo máximo que a empresa pode ficar inoperante após um incidente. Um RTO de duas horas significa que todos os sistemas críticos precisam estar restaurados e funcionando dentro desse prazo. Essa métrica influencia diretamente a escolha da tecnologia e do hardware. Ambos os indicadores são cruciais para o planejamento, pois definem a frequência das cópias e a urgência da restauração. Negligenciar o RPO e o RTO resulta em uma estratégia desalinhada com as necessidades reais do negócio, o que pode causar prejuízos inesperados durante uma crise.

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A importância das cópias imutáveis

Os ataques de ransomware evoluíram bastante e agora buscam ativamente por cópias de segurança para criptografá-las ou destruí-las. Isso impede a recuperação dos dados e aumenta a pressão para o pagamento do resgate. As cópias imutáveis surgem como uma defesa poderosa contra essa tática. Um backup imutável é uma cópia que, uma vez gravada, não pode ser alterada ou apagada por um período predeterminado, nem mesmo por um administrador com privilégios máximos. Essa proteção é aplicada no nível do sistema de armazenamento, por isso cria uma barreira técnica contra modificações não autorizadas. Adotar a imutabilidade na sua estratégia de cópias é, portanto, uma camada adicional e muito eficaz de segurança. Ela garante que sempre haverá uma versão limpa e íntegra dos dados para a restauração, mesmo que a rede principal e os backups acessíveis sejam comprometidos.

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Como definir uma política de retenção?

Uma política de retenção determina por quanto tempo as cópias de segurança devem ser armazenadas antes de serem descartadas. Definir essas regras é essencial para equilibrar a necessidade de recuperação com os custos de armazenamento. Uma retenção muito curta pode eliminar dados que ainda são necessários, enquanto uma retenção muito longa gera custos desnecessários. Vários fatores influenciam essa política, como os requisitos legais e as regulamentações setoriais. Algumas leis, como a LGPD, exigem que certos tipos de dados sejam mantidos por períodos específicos. Além disso, as necessidades operacionais da empresa também ditam por quanto tempo as versões antigas dos arquivos devem ser preservadas. Uma prática comum é usar um esquema GFS (Grandfather-Father-Son), que mantém backups diários por uma semana, semanais por um mês e mensais por vários anos. Essa abordagem otimiza o espaço e ainda garante pontos de recuperação de curto e longo prazo.

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Desempenho e escalabilidade da infraestrutura

O desempenho de um sistema de backup se mede pela sua velocidade para copiar e restaurar dados. Uma rotina lenta pode exceder a janela de backup, que é o período noturno ou de baixa atividade, e impactar a produtividade da equipe. Fatores como a velocidade da rede, o tipo de armazenamento (SSD ou HD) e a capacidade de processamento do servidor são determinantes. A escalabilidade, por sua vez, é a capacidade da infraestrutura para acompanhar o crescimento do volume de dados sem precisar de uma reformulação completa. O volume de informações nas empresas cresce exponencialmente, por isso a solução de armazenamento precisa suportar essa expansão de forma simples e com custo previsível. Portanto, ao planejar a infraestrutura, é fundamental pensar não apenas nas necessidades atuais, mas também nas futuras. Um sistema que não escala bem se tornará um gargalo e exigirá investimentos altos e disruptivos em pouco tempo.

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Custos e licenciamento dos sistemas

Avaliar os custos de uma solução de backup vai muito além do preço inicial do software. Existem vários sistemas de licenciamento, como licenças perpétuas com manutenção anual ou assinaturas mensais que incluem suporte e atualizações. Cada solução possui suas próprias vantagens e o ideal depende do fluxo de caixa e da previsibilidade orçamentária da empresa. Além do software, é preciso computar os custos contínuos com a infraestrutura, como o armazenamento em disco ou na nuvem, o consumo de energia e a manutenção do hardware. As taxas de saída de dados (egress) na nuvem, por exemplo, podem gerar surpresas na fatura após uma grande restauração. Uma análise do Custo Total de Propriedade (TCO) ajuda a ter uma visão mais clara do investimento a longo prazo. Muitas vezes, uma solução com um custo inicial um pouco maior pode ser mais econômica ao longo dos anos por exigir menos manutenção ou ter um licenciamento mais flexível.

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Automação para garantir a consistência

Processos manuais de backup são inerentemente frágeis, pois dependem da disciplina e da disponibilidade de um colaborador. Esquecimentos, férias ou um simples descuido podem deixar a empresa exposta por dias ou semanas sem uma cópia de segurança atualizada. A automação elimina completamente esse risco. Um software de backup moderno automatiza todas as tarefas, desde a execução das rotinas nos horários agendados até a verificação da integridade dos dados e o envio de relatórios por e-mail. Isso garante que as cópias sejam feitas de forma consistente e previsível, sem qualquer intervenção humana no dia a dia. A automação também simplifica o gerenciamento do ambiente. Os administradores de TI podem configurar as políticas uma única vez e deixar o sistema cuidar do resto, o que libera tempo para se concentrarem em outras tarefas estratégicas. Essa consistência é a chave para um plano de recuperação confiável.

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Testes de restauração e Disaster Recovery (DR)

Um backup que nunca foi testado é apenas uma esperança. Muitas empresas só descobrem que suas cópias estão corrompidas ou incompletas no momento em que mais precisam delas. Por isso, realizar testes de restauração periódicos não é uma opção, mas uma obrigação. Testar a restauração envolve recuperar arquivos, máquinas virtuais ou bancos de dados em um ambiente de teste para validar a integridade dos dados e a funcionalidade do processo. Essa prática confirma que os backups estão bons e também ajuda a cronometrar o tempo necessário para a recuperação, validando o RTO. Um plano de Disaster Recovery (DR) vai ainda mais longe. Ele simula um desastre em larga escala para testar toda a cadeia de recuperação, incluindo a comunicação entre equipes e a ativação de infraestrutura secundária. Sem testes regulares, qualquer plano de proteção de dados é apenas teórico.

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O papel do Storage NAS na estratégia de backup

Um Storage NAS moderno atua como o cérebro de uma estratégia de backup corporativo. Ele centraliza o armazenamento das cópias de segurança em um local seguro e de alto desempenho na rede local, o que acelera drasticamente tanto as rotinas de backup quanto as restaurações. Além de servir como um repositório, muitos equipamentos executam seu próprio software de backup. Eles podem proteger servidores, máquinas virtuais e estações de trabalho sem a necessidade de licenças adicionais. Recursos como snapshots oferecem pontos de recuperação quase instantâneos, ideais para reverter rapidamente erros humanos ou ataques de ransomware. Com a capacidade para replicar dados para outro NAS em um local diferente ou sincronizar com serviços de nuvem, o storage se torna a peça central de uma estratégia híbrida. Ele une a velocidade do acesso local com a segurança da cópia externa, o que entrega uma solução completa, escalável e com ótimo custo-benefício.

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