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Storage NAS Iomega? Tudo sobre esses sistemas de armazenamento

Storage NAS Iomega? Tudo sobre esses sistemas de armazenamento

Índice:

Muitos administradores e usuários ainda mantêm um storage NAS Iomega em operação, talvez por nostalgia ou por ele simplesmente continuar funcionando.

Esses equipamentos, que já foram populares, hoje representam um risco silencioso para a segurança dos dados.

A ausência completa de suporte e atualizações transformou esses dispositivos em alvos fáceis.

A Iomega foi adquirida pela EMC, que depois se uniu à Lenovo para formar a LenovoEMC, e eventualmente a linha foi descontinuada.

Essa trajetória deixou um legado de produtos órfãos, sem qualquer atualização de firmware ou correção para vulnerabilidades.

Manter um desses network attached storages ainda ativo na rede é como deixar uma porta aberta para problemas.

Assim, o que antes era uma solução confiável para armazenamento centralizado, hoje pode virar uma grande dor de cabeça.

A falha iminente do hardware antigo e a exposição a ciberataques são apenas alguns dos perigos que os proprietários enfrentam.

É fundamental entender esses riscos para proteger informações valiosas.

Os riscos de comprar um NAS Iomega

Comprar um NAS Iomega é um risco porque o equipamento foi descontinuado e não recebe mais atualizações de segurança, suporte técnico ou peças para reposição.

Essa situação torna esses equipamentos extremamente vulneráveis a ataques como ransomware, além do perigo real com falhas no hardware por causa do tempo de uso.

A tecnologia embarcada nos NAS Storcenter ficou obsoleta, com protocolos de rede antigos e desempenho insuficiente para as demandas atuais.

A jornada da marca explica muito sobre esse abandono.

Após a aquisição pela EMC e a posterior parceria com a Lenovo, a linha de produtos foi gradualmente descontinuada.

Como resultado, todos os firmwares pararam no tempo, sem correções para brechas de segurança descobertas nos últimos anos.

Qualquer dispositivo conectado à internet sem atualizações recentes é um alvo em potencial, e esses storages não são exceção.

Além disso, o hardware desses aparelhos tem mais de uma década.

Discos rígidos, fontes de alimentação e controladoras possuem uma vida útil limitada.

A falha em um desses componentes quase sempre resulta na perda total dos dados, pois encontrar peças compatíveis para reparo é uma tarefa praticamente impossível.

Portanto, a continuidade do uso expõe os arquivos a um perigo constante e crescente.

A era dos Storcenter IX2 e IX4

Os servidores NAS Iomega Storcenter IX2 e IX4 foram muito populares entre usuários domésticos e pequenos escritórios.

Eles ofereciam uma forma simples para centralizar arquivos, compartilhar documentos em rede e fazer backups básicos.

Equipados com processadores ARM e pouca memória RAM, seu desempenho era suficiente para tarefas simples na época, mas hoje sofrem para lidar com arquivos grandes e múltiplos acessos simultâneos.

Esses dispositivos eram frequentemente vendidos com duas ou quatro baias para discos rígidos, o que permitia configurações em RAID 1 ou RAID 5 para alguma proteção contra falha em um dos HDs.

No entanto, o software de gerenciamento era bastante limitado, com poucas aplicações e uma interface pouco intuitiva.

A falta de recursos modernos, como snapshots, dificulta muito a recuperação após um ataque de ransomware ou um erro humano.

Hoje, usar um IX2 ou IX4 é uma aposta arriscada. A velocidade da sua porta de rede gigabit, antes um padrão, agora é um gargalo para muitas redes locais.

A incapacidade de executar softwares atuais ou integrar com serviços de nuvem modernos torna esses equipamentos peças de museu, que infelizmente ainda guardam dados importantes em muitos lugares.

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Os NAS PX: uma promessa corporativa?

A linha Storcenter PX, que inclui os os NAS Iomega PX2, PX4, PX6 e PX12, foi a tentativa da Iomega de atender o mercado de pequenas e médias empresas.

Esses NAS eram mais robustos que a série IX, equipados com processadores Intel Atom, mais memória RAM e suporte a recursos como o iSCSI, para armazenamento em bloco.

Alguns storages NAS também possuíam fontes de alimentação redundantes, um diferencial importante para ambientes que exigiam maior disponibilidade.

A promessa era entregar um desempenho superior e mais confiabilidade para cargas de trabalho empresariais.

No entanto, mesmo com um hardware melhor, eles compartilham o mesmo destino trágico da linha IX: o abandono completo.

O sistema operacional, conhecido como LifeLine OS, parou de evoluir e hoje está repleto de vulnerabilidades conhecidas e não corrigidas.

Isso transforma um equipamento que deveria ser seguro em um ponto fraco na infraestrutura de TI.

Embora um storage Storcenter PX-12 com doze discos pareça impressionante, sua tecnologia interna é antiga.

A performance do processador Atom daquela geração é superada por muitos NAS de entrada atuais.

A falta de suporte para discos de alta capacidade e para tecnologias de rede mais rápidas, como 2.5GbE ou 10GbE, limita severamente sua utilidade.

Manter um equipamento desses em produção é um risco que nenhuma empresa deveria correr.

O principal problema: a falta de atualizações

O maior perigo ao usar um servidor NAS Iomega é, sem dúvida, a ausência total de atualizações de firmware.

O software desses dispositivos não recebe uma correção há anos, o que significa que todas as vulnerabilidades descobertas desde então permanecem abertas.

Cibercriminosos frequentemente varrem a internet em busca de sistemas desatualizados, e um NAS Iomega é um alvo extremamente fácil.

Ataques de ransomware, por exemplo, exploram falhas em protocolos de rede como o SMBv1, que frequentemente vinha habilitado por padrão nesses aparelhos.

Sem um patch para desativar protocolos inseguros ou corrigir brechas no sistema, os dados armazenados ficam expostos.

Uma única infecção pode criptografar todos os arquivos, e sem um backup externo, a perda pode ser permanente.

Além da segurança, a falta de atualizações compromete a compatibilidade.

Sistemas operacionais modernos, como o Windows 11 e versões recentes do macOS, podem ter dificuldade para se conectar a esses dispositivos por usarem protocolos de compartilhamento de arquivos mais seguros.

Isso resulta em problemas de acesso e produtividade, forçando o uso de gambiarras que diminuem ainda mais a segurança da rede.

O risco iminente de falha no hardware

Qualquer equipamento eletrônico tem uma vida útil, e os componentes de um NAS Iomega já excederam em muito o seu prazo de validade.

Os discos rígidos são as peças mais sensíveis, pois possuem partes mecânicas que se desgastam com o tempo.

Um HD com mais de dez anos de uso tem uma probabilidade altíssima de falhar a qualquer momento, e em um arranjo RAID antigo, uma segunda falha durante a reconstrução do array é um cenário comum.

Outros componentes também envelhecem.

A fonte de alimentação pode falhar e, em alguns casos, danificar a placa-mãe ou os próprios discos.

Os capacitores da placa lógica podem estufar e vazar, causando instabilidade ou a parada total do sistema.

As ventoinhas de refrigeração podem travar, o que leva ao superaquecimento e à falha prematura do processador e dos HDs.

Quando uma peça falha, encontrar um substituto é quase impossível.

A Iomega não fabrica mais esses componentes, e o mercado de peças usadas é escasso e pouco confiável.

Por isso, uma simples falha na fonte de alimentação pode transformar o storage em um peso de papel caro, com os dados presos dentro dele.

O custo para recuperar essas informações, se for possível, geralmente supera o valor de um NAS novo e moderno.

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Recuperar dados de um Iomega defeituoso

Se um NAS Iomega Storcenter parar de funcionar, a recuperação dos dados se torna um processo complexo e caro.

O sistema de arquivos e a forma como o RAID é implementado no LifeLine OS são proprietários.

Isso significa que simplesmente remover os discos e conectá-los a um computador com Windows ou macOS não funcionará.

Os discos não serão reconhecidos pelo sistema.

Para acessar os arquivos, é necessário usar softwares especializados em recuperação de dados que entendam a estrutura do RAID da Iomega.

Esse processo exige conhecimento técnico avançado para remontar o arranjo de discos virtualmente e extrair as informações.

Qualquer erro nessa etapa pode corromper permanentemente os arquivos, o que torna a tentativa por conta própria muito arriscada.

Empresas especializadas em recuperação de dados cobram valores elevados por esse tipo de serviço, e não há garantia de sucesso.

O custo pode facilmente ultrapassar milhares de reais, dependendo da complexidade do problema.

Diante disso, fica claro que o investimento preventivo na migração para um equipamento novo é muito mais sensato e econômico do que remediar o desastre depois que ele acontece.

Migrar para uma solução moderna é a saída

A única atitude segura para quem ainda utiliza um NAS Iomega é planejar a migração dos dados para um storage moderno o mais rápido possível.

As soluções atuais de fabricantes como QNAP, Synology ou TrueNAS oferecem um salto tecnológico imenso em todos os aspectos.

O desempenho é incomparavelmente maior, com processadores multi-core, mais memória RAM e suporte a redes de 2.5GbE, 10GbE e até mais rápidas.

Os sistemas operacionais dos NAS modernos são robustos, recebem atualizações constantes e possuem uma vasta gama de aplicativos.

Recursos como snapshots são padrão e representam a melhor defesa contra ransomware.

Com eles, é possível reverter o sistema de arquivos para um ponto no tempo anterior ao ataque, recuperando todos os dados em minutos, sem pagar resgate.

Além disso, a integração com serviços de nuvem, as ferramentas avançadas de backup e a sincronização de arquivos entre múltiplos dispositivos simplificam muito a gestão dos dados.

A segurança também é levada a sério, com firewalls integrados, detecção de intrusão e autenticação em dois fatores.

Migrar não é apenas uma atualização, é uma mudança fundamental na forma como os dados são protegidos e gerenciados.

Como um storage atual protege seus arquivos?

Um storage NAS moderno protege os arquivos com múltiplas camadas de segurança, tanto no software quanto no hardware.

O sistema operacional recebe atualizações de segurança frequentes para corrigir vulnerabilidades antes que elas sejam exploradas.

Ferramentas como o Security Advisor analisam as configurações do sistema e recomendam melhorias, como a troca de senhas fracas ou a desativação de portas de rede desnecessárias.

A tecnologia de snapshots, baseada em sistemas de arquivos como Btrfs ou ZFS, é um dos recursos mais poderosos.

Ela cria cópias de segurança instantâneas e somente leitura dos dados, que são imunes a alterações ou criptografia por ransomware. Se um desastre ocorrer, a restauração é quase imediata.

Isso complementa a estratégia de backup 3-2-1, que pode ser automatizada no próprio NAS para cópias locais, remotas e na nuvem. No hardware, a redundância vai além do RAID.

Fontes de alimentação e portas de rede duplicadas garantem que o sistema continue operando mesmo com a falha de um componente.

A qualidade da construção e o suporte do fabricante asseguram uma vida útil longa e confiável.

Em resumo, um NAS atual não é apenas um lugar para guardar arquivos, ele é um sistema ativo que protege, gerencia e garante a disponibilidade dos seus dados.

Essa tranquilidade é a resposta para os riscos de um Iomega obsoleto.

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