Índice:
- Quais são os principais erros ao comprar um network server?
- Subestimar a real necessidade de processamento
- Escolher o tipo de armazenamento incorreto
- Ignorar a importância da conectividade de rede
- Comprar um sistema sem planos de escalabilidade
- Desconsiderar recursos de redundância e backup
- Focar apenas no preço de aquisição do hardware
- Não avaliar o ecossistema de software e gerenciamento
- Como um Storage NAS contorna essas armadilhas?
Muitas empresas enfrentam o grande desafio de escolher um servidor de rede adequado.
Uma decisão errada frequentemente causa gargalos de desempenho que afetam a produtividade de toda a equipe.
Esse equívoco inicial quase sempre resulta em orçamento desperdiçado e atritos operacionais.
O equipamento inadequado simplesmente não entrega os resultados esperados para as tarefas diárias.
Assim, uma compra impulsiva e sem análise técnica detalhada compromete a segurança dos dados e a continuidade dos negócios.
Entender os erros mais comuns é o primeiro passo para acertar na escolha.
Quais são os principais erros ao comprar um network server?
O principal erro é subestimar as necessidades reais da carga de trabalho, o que leva à compra de um equipamento subdimensionado.
Isso frequentemente resulta em lentidão para acessar arquivos, travamentos em aplicações e uma péssima experiência para os usuários, comprometendo a produtividade geral.
Outro equívoco comum é focar apenas na capacidade bruta em terabytes, sem considerar o tipo de disco e a configuração RAID.
Muitas vezes, um arranjo de SSDs com menos espaço, mas com alta velocidade, atende muito melhor a um banco de dados do que vários HDDs lentos.
A escolha errada aqui impacta diretamente o tempo de resposta das aplicações.
Além disso, ignorar a escalabilidade futura é uma falha grave.
Um servidor que não suporta mais memória, discos ou uma CPU mais potente se torna obsoleto rapidamente.
Portanto, o investimento inicial é perdido, pois a empresa precisará comprar um novo sistema em pouco tempo para acompanhar seu crescimento.
Subestimar a real necessidade de processamento
Vários gestores compram um servidor de rede olhando apenas o número de núcleos do processador ou a quantidade de memória RAM.
No entanto, a arquitetura da CPU e a velocidade da RAM são quase sempre mais importantes para aplicações específicas.
Por exemplo, um software que depende de processamento single-core raramente se beneficia de um processador com muitos núcleos lentos.
Esse erro de avaliação geralmente acontece porque a análise da carga de trabalho foi superficial.
Sem entender se a demanda é por IOPS, taxa de transferência ou processamento computacional, a escolha fica comprometida.
Como resultado, a empresa adquire um hardware que nunca atinge o desempenho esperado para suas tarefas críticas.
Nossa equipe frequentemente observa servidores com CPUs potentes, mas com pouca memória, o que causa gargalos constantes.
O sistema operacional acaba usando o disco para paginação, e isso degrada drasticamente a performance.
Um equilíbrio correto entre CPU, RAM e armazenamento é fundamental para o bom funcionamento do equipamento.
Escolher o tipo de armazenamento incorreto
A decisão entre HDDs e SSDs ainda causa muita confusão.
Alguns administradores optam por discos rígidos de alta capacidade para economizar, mas ignoram a latência em aplicações que exigem acesso rápido a pequenos arquivos.
Essa escolha, por exemplo, torna a virtualização de sistemas operacionais uma tarefa extremamente lenta.
Por outro lado, investir em um sistema all-flash sem analisar o perfil de uso também é um desperdício.
Para arquivamento de dados ou backup, onde a velocidade de acesso não é a prioridade máxima, os HDDs SAS ou SATA corporativos ainda oferecem um custo por terabyte muito mais vantajoso.
A análise correta do workload evita gastos desnecessários.
Além dos discos, a ausência de uma configuração RAID adequada é um risco imenso.
Muitos compram um network server com um único disco para economizar, sem qualquer proteção contra falhas.
Quando esse disco falha, e eventualmente ele vai falhar, todos os dados são perdidos, o que causa um prejuízo incalculável para a empresa.
Ignorar a importância da conectividade de rede
Um servidor poderoso com armazenamento ultrarrápido é inútil se a sua conexão com a rede for lenta.
Muitas empresas ainda montam sua infraestrutura com portas de 1 Gigabit Ethernet (GbE), o que se torna um gargalo evidente quando múltiplos usuários acessam arquivos grandes simultaneamente.
A falta de portas de rede redundantes ou a ausência de suporte para agregação de link também são falhas comuns.
Sem esses recursos, qualquer problema no cabo ou na porta de rede do servidor paralisa o acesso para toda a empresa.
A redundância aqui não é luxo, mas sim uma necessidade para a continuidade do negócio.
Em nossos testes, a migração de uma rede de 1GbE para 10GbE aumentou a velocidade de transferência de arquivos em quase dez vezes.
Para tarefas como edição de vídeo em rede ou manipulação de grandes bancos de dados, essa diferença de performance é brutal e justifica completamente o investimento em uma infraestrutura de rede mais moderna.
Comprar um sistema sem planos de escalabilidade
Um erro bastante frequente é adquirir um sistema que atende perfeitamente à demanda atual, mas que não oferece qualquer caminho para expansão.
Um servidor de torre com poucas baias para discos ou com um limite baixo de memória RAM rapidamente se torna um problema.
O crescimento da empresa exige mais recursos, e o equipamento simplesmente não consegue acompanhar.
A escalabilidade pode ser vertical (scale-up), com a adição de mais recursos ao mesmo servidor, ou horizontal (scale-out), com a adição de novos servidores ao cluster.
Um bom planejamento deve considerar qual modelo se adapta melhor à estratégia da empresa.
Comprar um equipamento sem essa flexibilidade quase sempre resulta em uma substituição prematura e custosa.
Por isso, é fundamental verificar o número de slots de memória disponíveis, a quantidade de baias para HDDs/SSDs e o suporte a unidades de expansão.
Essa análise prévia evita que a empresa fique "presa" a um hardware limitado, o que força uma migração complexa e cara em menos de dois ou três anos.
Desconsiderar recursos de redundância e backup
A economia em componentes de redundância é uma das piores decisões que uma empresa pode tomar.
Comprar um servidor com uma única fonte de alimentação, por exemplo, cria um ponto único de falha.
Qualquer problema elétrico ou falha na fonte deixa todo o sistema indisponível, com um impacto direto na operação.
O mesmo vale para as controladoras de armazenamento e as ventoinhas.
Equipamentos corporativos sérios sempre oferecem esses componentes em duplicidade.
Embora isso aumente um pouco o custo inicial do projeto, garante que o servidor continue funcionando mesmo com a falha de uma peça.
A continuidade operacional compensa largamente esse investimento.
Além da redundância de hardware, a ausência de uma estratégia de backup integrada é um erro crítico.
Muitos acreditam que RAID é backup, mas não é.
RAID protege contra falha de disco, não contra exclusão acidental, corrupção de arquivos ou ataques de ransomware.
Um bom servidor de rede deve ter um software de backup robusto e fácil de usar.
Focar apenas no preço de aquisição do hardware
O custo inicial de um servidor é apenas uma parte da equação financeira.
Muitos compradores se esquecem de calcular o Custo Total de Propriedade (TCO), que inclui consumo de energia, refrigeração, licenciamento de software e manutenção.
Um servidor barato, mas que consome muita energia, pode sair bem mais caro ao longo de três a cinco anos.
Servidores de marcas desconhecidas ou montados sem critério geralmente usam componentes de baixa eficiência energética.
Além disso, a falta de suporte técnico qualificado ou a dificuldade para encontrar peças de reposição transformam qualquer pequeno problema em uma grande dor de cabeça.
O barato, nessas situações, frequentemente custa muito caro.
Portanto, a análise deve sempre comparar o valor do investimento com os benefícios de longo prazo.
Um equipamento um pouco mais caro, mas com gerenciamento simplificado, maior eficiência energética e suporte confiável, quase sempre representa uma economia real para a empresa.
Não avaliar o ecossistema de software e gerenciamento
Um hardware excelente com um software ruim ou complexo dificulta muito a vida do administrador de sistemas.
A interface de gerenciamento do servidor deve ser intuitiva, e o sistema operacional precisa ser estável e seguro.
Algumas soluções exigem conhecimento técnico avançado até para tarefas simples, como criar um compartilhamento de pasta.
A compatibilidade com os protocolos de rede utilizados na empresa, como SMB/CIFS para ambientes Windows ou NFS para Linux, também é fundamental.
A falta de suporte ou uma implementação falha desses protocolos causa problemas de conectividade e lentidão.
É sempre bom verificar se o sistema é certificado para os ambientes que a empresa utiliza.
Além disso, um bom ecossistema de software oferece aplicativos adicionais que agregam valor ao servidor.
Ferramentas para backup, sincronização com a nuvem, antivírus integrado e sistemas de monitoramento simplificam a gestão e aumentam a segurança dos dados.
Ignorar esses recursos é perder uma grande oportunidade de otimizar a infraestrutura.
Como um Storage NAS contorna essas armadilhas?
Um Storage NAS moderno é projetado exatamente para evitar a maioria desses erros comuns.
Esses equipamentos já vêm com um sistema operacional otimizado para armazenamento, o que simplifica muito a configuração e o gerenciamento diário.
Tarefas como criar volumes RAID, configurar backups ou gerenciar usuários são feitas por meio de interfaces gráficas amigáveis.
A questão da escalabilidade também é bem resolvida em muitos modelos.
Eles geralmente oferecem baias hot-swappable, que permitem adicionar ou substituir discos sem desligar o sistema, e suportam unidades de expansão para aumentar a capacidade conforme a necessidade.
Isso garante um ciclo de vida muito mais longo para o investimento.
Finalmente, um bom servidor NAS empresarial integra recursos essenciais de redundância e proteção de dados.
Fontes de alimentação duplas, suporte a snapshots para recuperação instantânea de arquivos e um ecossistema rico de aplicativos de backup são padrão.
Assim, um Storage NAS é a resposta para quem busca uma solução de armazenamento centralizado que seja confiável, segura e fácil de administrar.
