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NAS Storage: Um guia de armazenamento para iniciantes

NAS Storage: Um guia de armazenamento para iniciantes

Índice:

Muitos usuários e pequenas empresas frequentemente enfrentam o caos com arquivos digitais espalhados por diversos computadores, HDs externos e serviços na nuvem.

Essa fragmentação dificulta bastante a localização de um documento importante e também prejudica a colaboração entre equipes.

Esse cenário desorganizado, no entanto, eleva o risco de perda permanente de dados.

Uma falha em um único disco rígido ou um ataque ransomware pode apagar anos de trabalho e memórias valiosas sem qualquer aviso prévio.

Assim, a busca por uma forma de armazenamento centralizada, segura e acessível se torna uma necessidade.

Um equipamento dedicado para essa tarefa simplifica o gerenciamento e protege os ativos digitais contra várias ameaças.

O que é um NAS Storage?

NAS Storage é um servidor de arquivos inteligente conectado diretamente à sua rede local, como um roteador.

Ele centraliza o armazenamento de dados em um único local, por isso permite que múltiplos usuários e dispositivos acessem e compartilhem arquivos com segurança e alta velocidade.

Diferente de um HD externo que se conecta a um único computador via USB, um storage NAS opera de forma autônoma.

O equipamento possui seu próprio sistema operacional, processador e memória, o que o transforma em um computador especializado para gerenciar, proteger e entregar dados na rede.

Em termos práticos, ele funciona como uma nuvem privada dentro da sua casa ou escritório.

Você tem controle total sobre seus dados, sem mensalidades e com um desempenho muito superior para acesso local, pois as transferências ocorrem na velocidade da sua rede interna.

Como um NAS centraliza seus arquivos?

Um servidor NAS organiza os dados ao criar um ponto central para todos os arquivos.

Em vez de salvar documentos em cada computador individualmente, os usuários passam a gravá-los diretamente no equipamento através da rede, o que melhora bastante o fluxo de trabalho.

O sistema utiliza protocolos de rede padrão, como o SMB para ambientes Windows e macOS ou o NFS para sistemas Linux.

Essa compatibilidade faz com que as pastas do NAS apareçam como um drive local no computador do usuário, tornando o acesso totalmente transparente e intuitivo.

Como resultado, a gestão dos dados se torna muito mais simples.

Com todas as informações consolidadas, executar rotinas de backup, monitorar o uso do espaço e aplicar políticas de segurança fica mais fácil e menos propenso a falhas humanas.

A diferença entre NAS, DAS e nuvem pública

Um DAS (Direct Attached Storage) é basicamente um HD externo.

Sua principal limitação é a conexão com um único dispositivo por vez, o que dificulta o compartilhamento de arquivos entre várias pessoas.

Frequentemente, ele serve apenas para backups pontuais ou para expandir a capacidade de um computador.

A nuvem pública, como Google Drive ou Dropbox, oferece acesso remoto facilitado, mas cobra taxas recorrentes e transfere a custódia dos seus dados para terceiros.

Além disso, a velocidade para manipular arquivos grandes depende diretamente da sua conexão com a internet, o que pode ser um grande gargalo.

Já um NAS storage combina o melhor dos dois mundos.

Ele exige um investimento inicial no hardware, porém elimina custos mensais e garante total privacidade.

O equipamento ainda oferece acesso local rápido e também pode ser configurado para acesso remoto seguro.

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Quais componentes formam um servidor NAS?

Um NAS storage é muito mais que um simples gabinete para discos.

O seu processador (CPU) define a capacidade do sistema para executar múltiplas tarefas simultaneamente, como transcodificar vídeos, gerenciar backups e atender a vários usuários sem lentidão.

A memória RAM também é um fator importante, pois mais memória agiliza o sistema operacional e melhora o desempenho de aplicativos instalados.

As baias determinam quantos discos rígidos o equipamento suporta, definindo sua capacidade máxima de armazenamento e as opções de redundância.

Por fim, as portas de rede são essenciais.

A maioria dos modelos de entrada possui uma porta Gigabit, suficiente para muitas tarefas.

No entanto, modelos mais avançados com portas 2.5GbE ou 10GbE entregam uma velocidade de transferência muito maior, ideal para edição de vídeo ou bancos de dados.

A importância do RAID para a segurança dos dados

Discos rígidos inevitavelmente falham, e quando isso acontece em um sistema com um único disco, todos os dados são perdidos.

Para mitigar esse risco, os servidores NAS usam a tecnologia RAID (Redundant Array of Independent Disks), que combina vários HDs em um único volume lógico para proteger as informações.

Existem diversos níveis de RAID, mas alguns são mais comuns.

O RAID 1, por exemplo, usa dois discos e espelha os dados em ambos.

Se um disco falhar, o outro continua funcionando com uma cópia idêntica.

Já o RAID 5 precisa de no mínimo três discos e distribui os dados com paridade, o que otimiza o espaço e ainda protege contra a falha de uma unidade.

Vale ressaltar que o RAID não substitui um backup.

Ele oferece tolerância a falhas, ou seja, mantém o sistema no ar mesmo após a quebra de um disco.

Porém, ele não protege contra exclusão acidental, corrupção de arquivos ou ataques de ransomware.

NAS como uma solução completa de backup

Um dos usos mais poderosos para um NAS é servir como um destino centralizado para backups de todos os dispositivos da rede.

É possível configurar softwares para que computadores Windows, MacBooks e até smartphones salvem cópias de segurança automaticamente no equipamento.

Muitos sistemas de armazenamento em rede também incluem recursos avançados, como os snapshots.

Essa tecnologia cria "fotos" do estado dos arquivos em um determinado momento.

Se um ransomware criptografar seus dados, você pode simplesmente restaurar um snapshot anterior ao ataque, recuperando tudo em minutos.

Além disso, um NAS storage se encaixa perfeitamente na regra de backup 3-2-1.

Ele pode armazenar a segunda cópia local dos seus dados e ainda replicar essas informações para um segundo NAS em outro local ou para um serviço de nuvem compatível, garantindo a cópia externa essencial para a recuperação de desastres.

Compartilhamento e colaboração em equipe

Em ambientes com vários colaboradores, um storage de rede elimina a confusão de enviar arquivos por e-mail ou usar pendrives.

Todos os membros da equipe podem acessar e editar os mesmos documentos a partir de uma pasta compartilhada, o que garante que todos trabalhem sempre com a versão mais recente.

A gestão de permissões é outro grande benefício.

O administrador do sistema pode criar contas de usuário e grupos específicos, definindo quem pode apenas ler ou quem pode modificar os arquivos em cada diretório.

Essa granularidade aumenta bastante a segurança dos dados sensíveis.

Essa abordagem centralizada melhora a produtividade e a organização.

A busca por arquivos se torna instantânea e o fluxo de trabalho fica mais coeso, pois as informações do projeto estão sempre disponíveis para as pessoas autorizadas, em qualquer computador da rede.

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Acesso remoto e sua nuvem pessoal

A maioria dos servidores de armazenamento modernos simplifica a configuração do acesso remoto.

Com poucos cliques, é possível habilitar um serviço que permite acessar todos os seus arquivos de qualquer lugar do mundo, usando um navegador web ou aplicativos dedicados para celular e tablet.

Essa funcionalidade transforma o equipamento em uma verdadeira nuvem pessoal.

Você obtém a conveniência de acessar e compartilhar um link para um arquivo com um cliente, por exemplo, mas sem entregar seus dados a uma empresa de tecnologia ou se preocupar com limites de espaço impostos por planos de assinatura.

Para garantir a segurança, essas conexões remotas quase sempre usam criptografia HTTPS, e muitos sistemas ainda suportam a configuração de uma VPN para uma camada extra de proteção.

Assim, você acessa seus dados com a mesma segurança de um banco online.

Aplicações além do armazenamento de arquivos

Um NAS server é uma plataforma multifuncional que vai muito além de apenas guardar arquivos.

A maioria dos fabricantes oferece uma loja de aplicativos que expande enormemente as capacidades do hardware, transformando o dispositivo em um servidor para diversas finalidades.

Uma das aplicações mais populares é a de servidor de mídia.

Com aplicativos como o Plex ou Jellyfin, o NAS pode organizar toda a sua coleção de filmes, séries e músicas e transmiti-la para smart TVs, videogames e celulares na sua rede.

Outros usos avançados também incluem a criação de máquinas virtuais, o que permite rodar outros sistemas operacionais isoladamente.

Muitos usuários ainda o utilizam como um NVR (Network Video Recorder) para gerenciar e gravar imagens de câmeras de segurança.

Como escolher o equipamento ideal?

A escolha do NAS storage correto depende diretamente da sua necessidade.

Para um usuário doméstico que deseja apenas centralizar fotos e fazer backups, um modelo com duas baias geralmente é suficiente para criar um arranjo RAID 1 e proteger seus dados.

Já uma pequena empresa ou um profissional criativo que edita vídeos precisa de mais desempenho.

Nesses casos, um equipamento com quatro ou mais baias, um processador mais potente e talvez uma conexão de rede de 2.5GbE ou 10GbE fará uma grande diferença na produtividade diária.

É sempre bom pensar no futuro.

Talvez seja mais inteligente investir em um modelo com mais baias do que você precisa hoje, pois isso permite expandir a capacidade de armazenamento no futuro apenas adicionando mais discos, sem precisar trocar o equipamento inteiro.

Implementando um NAS com segurança

Após adquirir um storage de rede, algumas práticas de segurança são fundamentais para proteger seus dados.

A primeira e mais importante é alterar a senha padrão do administrador para uma senha forte e única, o que dificulta bastante o acesso não autorizado.

Manter o sistema operacional do equipamento sempre atualizado também é essencial.

Os fabricantes frequentemente liberam atualizações que corrigem falhas de segurança e adicionam novos recursos.

Habilitar as atualizações automáticas é uma ótima medida.

Por fim, desative quaisquer serviços ou protocolos de rede que você não utiliza.

Cada serviço ativo representa uma porta de entrada potencial para invasores.

Ao reduzir a superfície de ataque e seguir boas práticas, um NAS se torna a resposta mais segura e eficiente para o gerenciamento de dados.

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