Os network storages all flash com recursos de alta disponibilidade

Network storage all flash? Conheça as solução de armazenamento SSD e garanta alta disponibilidade, capacidade, desempenho e mais proteção para os dados.

O que é um network storage all flash?

Um network storage all flash é um sistema de armazenamento centralizado que utiliza exclusivamente unidades de estado sólido (SSDs) para guardar dados.O equipamento se conecta à rede local por protocolos como SMB, NFS ou iSCSI e entrega latência extremamente baixa com um alto número de operações por segundo, o que acelera drasticamente o acesso aos arquivos para múltiplos usuários e aplicações simultâneas. Diferente das soluções híbridas ou que usam apenas HDDs, seu principal benefício é a velocidade.Em nossos testes, tarefas que antes levavam minutos, como consultas em bancos de dados ou a inicialização de máquinas virtuais, são frequentemente concluídas em poucos segundos.Essa agilidade remove gargalos e melhora a experiência do usuário final de forma notável. Essa tecnologia é ideal para ambientes que exigem muito desempenho.Por exemplo, infraestruturas de virtualização, bancos de dados transacionais e edição de vídeo em alta resolução se beneficiam imensamente da capacidade que esses sistemas têm para processar milhares de requisições sem qualquer atraso perceptível.

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Como a alta disponibilidade funciona na prática?

A alta disponibilidade é uma arquitetura de sistema projetada para eliminar pontos únicos de falha.Ela raramente depende de um único equipamento, mas sim de um conjunto de componentes redundantes que trabalham juntos para manter os serviços sempre ativos.O objetivo é garantir que nenhuma falha isolada cause uma interrupção. Para alcançar esse nível de resiliência, os storages incorporam vários elementos duplicados.Fontes de alimentação e controladoras redundantes são alguns exemplos.Se uma fonte de energia falha, a outra assume imediatamente.Da mesma forma, se uma controladora apresenta problemas, a secundária entra em operação de forma automática. Esse processo, conhecido como failover, é quase sempre transparente para os usuários e aplicações.O sistema de gerenciamento do storage monitora a saúde dos componentes e executa a transição em milissegundos.Como resultado, o serviço continua a funcionar sem qualquer parada perceptível.

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A relação direta entre latência e desempenho

A latência, que é o tempo de espera antes do início da transferência dos dados, frequentemente prejudica o desempenho das aplicações.Os discos rígidos mecânicos possuem uma latência inerentemente alta por causa do tempo necessário para o movimento das cabeças de leitura e dos pratos magnéticos.Esse atraso físico cria um grande gargalo. Os sistemas all-flash resolvem esse problema de forma muito eficaz.Como os SSDs acessam dados eletronicamente, sem partes móveis, eles reduzem a latência a uma fração mínima do que os HDDs oferecem.Essa mudança é, em muitas situações, mais impactante para a performance que a própria velocidade de transferência bruta. O impacto prático é imenso.Uma consulta complexa em um banco de dados que demorava vários segundos pode ser executada em milissegundos.Essa aceleração melhora a produtividade e a satisfação do usuário, pois as aplicações se tornam muito mais responsivas.

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Redundância de hardware para evitar paradas

Uma arquitetura com controladoras duplas é fundamental para a continuidade dos negócios.Nesses sistemas, dois módulos de controle independentes operam dentro do mesmo chassi, cada um com seu próprio processador, memória e portas de rede.Essa estrutura garante que não haja um ponto único de falha no cérebro do storage. Essas controladoras podem funcionar em modo ativo-ativo, onde ambas processam requisições simultaneamente, ou ativo-passivo, onde uma fica em espera para assumir se a principal falhar.A configuração ativo-ativo também distribui a carga de trabalho, o que otimiza o desempenho geral do equipamento. Com esse design, até mesmo uma falha catastrófica em uma das controladoras não derruba o sistema de armazenamento.A outra unidade assume todas as operações instantaneamente, e o acesso aos dados permanece ininterrupto.Essa capacidade de recuperação automática é essencial para ambientes que não podem parar.

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O papel do software em um sistema contínuo

Apenas o hardware redundante não é suficiente para garantir a operação contínua.O software do sistema, ou seu sistema operacional, é quem orquestra todas as ações de proteção e recuperação.Ele monitora constantemente o estado do hardware e toma decisões automáticas para manter os serviços no ar. Recursos como snapshots e replicação remota são vitais.Os snapshots criam cópias pontuais dos dados, o que protege contra erros lógicos como a exclusão acidental de arquivos ou ataques de ransomware.Já a replicação copia os dados para um segundo storage em outra localidade, o que assegura a recuperação em caso de desastres maiores. Alguns sistemas ainda permitem a criação de um cluster de alta disponibilidade.Nessa configuração, dois storages trabalham como um só.Se um dos equipamentos falhar completamente, o outro assume todas as suas funções, o que oferece um nível ainda mais elevado de proteção para os dados e serviços.

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Aplicações que mais se beneficiam da tecnologia

Ambientes de virtualização com dezenas de máquinas virtuais (VMs) geram um padrão de acesso a dados muito aleatório.Esse cenário, conhecido como "efeito liquidificador de I/O", sobrecarrega sistemas baseados em disco.Um storage all-flash, por outro lado, lida com essa carga de trabalho intensa com facilidade e elimina os gargalos. Bancos de dados transacionais, como SQL e Oracle, também exigem operações de leitura e escrita extremamente rápidas para processar transações.A baixa latência dos SSDs acelera as consultas e a geração de relatórios, o que impacta diretamente a velocidade com que a empresa obtém suas informações. Outro caso de uso clássico é a Infraestrutura de Desktop Virtual (VDI).O fenômeno da "tempestade de boot", quando centenas de usuários ligam seus desktops virtuais ao mesmo tempo, pode paralisar um storage convencional.Os sistemas all-flash absorvem esse pico de demanda sem qualquer dificuldade.

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Custos e o retorno sobre o investimento

O custo inicial por terabyte de um sistema all-flash é, sem dúvida, maior que o de um sistema baseado em HDDs.Essa é uma preocupação válida para muitos gestores de TI.No entanto, a análise do custo total de propriedade (TCO) geralmente revela uma história diferente e mais favorável. Um storage all-flash consome menos energia, exige menos refrigeração no datacenter e ocupa um espaço físico muito menor.Esses fatores reduzem os custos operacionais ao longo do tempo.Além disso, a sua alta performance consolida a carga de trabalho de vários sistemas antigos em um único equipamento. O verdadeiro retorno sobre o investimento (ROI), porém, vem da eliminação do tempo de inatividade e do aumento da produtividade.Vale a pena perguntar quanto custa uma hora de paralisação para a sua empresa.Frequentemente, evitar um único incidente grave já justifica o investimento em uma infraestrutura mais resiliente.

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Diferenças entre SAN e NAS all flash

Um NAS (Network Attached Storage) all-flash opera no nível de arquivos e pastas.Ele é geralmente mais simples de configurar e gerenciar, por isso é ideal para compartilhamento de arquivos em rede com protocolos como SMB e NFS.Sua simplicidade o torna uma escolha popular para muitas empresas. Por outro lado, uma SAN (Storage Area Network) all-flash fornece acesso em nível de bloco, via iSCSI ou Fibre Channel.Para os servidores, o armazenamento SAN aparece como um disco local, o que o torna a opção preferida para bancos de dados e virtualização por seu desempenho superior em cargas de trabalho estruturadas. Atualmente, muitos sistemas all-flash modernos são unificados.Isso significa que eles suportam protocolos de arquivo (NAS) e de bloco (SAN) no mesmo hardware.Essa flexibilidade é bastante vantajosa, pois permite que uma única solução atenda a diversas necessidades de armazenamento dentro da empresa.

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Riscos e considerações importantes na escolha

Os SSDs possuem uma vida útil finita, medida em TBW (Terabytes Gravados) ou DWPD (Gravações de Drive por Dia).Por isso, é fundamental escolher SSDs de nível empresarial, projetados para suportar cargas de trabalho intensas.Os SSDs de consumo quase sempre falham prematuramente em um ambiente corporativo. Outro ponto de atenção é o aprisionamento tecnológico.Alguns fabricantes exigem o uso de drives proprietários, que podem ser mais caros e difíceis de encontrar para reposição.Verifique sempre a lista de compatibilidade de hardware para garantir mais flexibilidade na manutenção do seu sistema. Finalmente, uma configuração inadequada compromete todo o potencial do equipamento.Uma rede subdimensionada, como uma conexão de 1GbE, por exemplo, certamente criará um gargalo e impedirá que o storage entregue sua performance máxima.O planejamento cuidadoso da infraestrutura de rede é essencial.

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Como um storage NAS simplifica a alta performance?

Os modernos sistemas NAS, como os oferecidos por marcas como a QNAP, integram tecnologias complexas de alta disponibilidade em uma interface de gerenciamento amigável.Isso torna recursos avançados acessíveis até mesmo para equipes de TI menores ou com menos especialização em armazenamento. Esses equipamentos oferecem funcionalidades nativas para clustering, arranjos RAID robustos, snapshots automáticos e ferramentas de replicação fáceis de configurar.Com poucos cliques, é possível implementar uma estratégia de proteção de dados que antes exigia conhecimento técnico muito aprofundado. Portanto, para empresas que precisam de velocidade e confiabilidade sem a complexidade das SANs tradicionais, um NAS all-flash de alta performance é a resposta.Ele equilibra de forma inteligente desempenho, proteção e simplicidade, o que garante a continuidade dos negócios.

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