Qual o melhor HD externo do Brasil?

Qual é o melhor HD externo? Compare os fabricantes, modelos, capacidades, conexões (USB-C, USB 3.x, Thunderbolt, Ethernet) e desempenho antes de comprar.

Qual o melhor HD externo para suas necessidades?

O melhor HD externo é aquele que equilibra sua necessidade de espaço, portabilidade e desempenho. Para uso diário e transporte de arquivos, um HD portátil de 2.5 polegadas como o WD My Passport ou o Seagate One Touch é geralmente uma escolha adequada. Já para backups volumosos que ficam em um local fixo, um modelo de mesa com 3.5 polegadas, como o Seagate Expansion Desktop ou o WD My Book, oferece um custo por terabyte muito mais vantajoso e maior capacidade. A escolha também depende do tipo de arquivo. Fotógrafos e editores de vídeo, por exemplo, precisam de altas velocidades de transferência. Nesses casos, um SSD externo ou um disco com conexão Thunderbolt faz uma diferença significativa. Por outro lado, para armazenar documentos de texto ou planilhas, a velocidade é um fator menos importante que a confiabilidade do equipamento. Vale ressaltar que nenhuma marca está imune a falhas. A durabilidade de um disco rígido depende menos do fabricante e mais da forma como ele é usado e manuseado. Por isso, a regra de ouro é nunca manter uma única cópia de dados importantes em apena...

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A diferença real entre um HD portátil e um de mesa

A principal distinção entre um HD portátil e um de mesa vai além do tamanho físico. Um disco portátil de 2.5 polegadas recebe energia diretamente da porta USB do computador. Essa característica simplifica o uso, pois elimina a necessidade de uma fonte de alimentação externa. No entanto, seus componentes internos são mais delicados e suscetíveis a danos por impacto, o que os torna menos ideais para operação contínua. Por outro lado, um HD externo de mesa usa um disco de 3.5 polegadas, o mesmo tipo encontrado em computadores desktop. Ele sempre precisa de um adaptador de energia conectado à tomada. Esse design robusto geralmente resulta em maior durabilidade e desempenho sustentado, além de permitir capacidades de armazenamento muito maiores. Seu gabinete maior também melhora a dissipação de calor, um fator importante para a longevidade do dispositivo. Em nossos testes, os modelos de mesa frequentemente apresentam velocidades de gravação mais consistentes em transferências longas. Isso ocorre porque seus mecanismos são projetados para um trabalho mais intenso. Portanto, para b...

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Entendendo as conexões: USB, USB-C e Thunderbolt

As portas de conexão determinam a velocidade máxima teórica para a transferência dos arquivos. A interface USB 3.0, também conhecida como USB 3.2 Gen 1, atinge até 5 Gb/s e é o padrão mais comum em muitos discos. Essa velocidade é suficiente para a maioria das tarefas de backup. Alguns modelos mais novos usam a conexão USB-C com o padrão USB 3.2 Gen 2, que dobra a taxa para 10 Gb/s, um benefício mais perceptível em SSDs externos. A tecnologia Thunderbolt, especialmente nas versões 3 e 4, eleva esse patamar para 40 Gb/s. Essa interface é encontrada em equipamentos premium, como os da LaCie e G-Technology, e é direcionada a profissionais que manipulam arquivos muito grandes, como vídeos em 4K. Para um HD mecânico tradicional, a porta Thunderbolt raramente oferece uma vantagem prática, pois o próprio disco é o gargalo do sistema. É importante notar que o cabo utilizado também impacta o desempenho. Um cabo de baixa qualidade ou danificado pode causar desconexões e reduzir drasticamente a velocidade. Portanto, sempre use o cabo original fornecido pelo fabricante ou um substituto ...

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Capacidade anunciada versus o espaço de armazenamento útil

Muitos usuários ficam confusos ao notar que seu novo HD de 1 Terabyte (TB) exibe apenas cerca de 931 Gigabytes (GB) disponíveis no sistema operacional. Isso não é um defeito. A discrepância ocorre devido à diferença na forma como as fábricas de discos e os fabricantes de software calculam o espaço. Os fabricantes usam o sistema decimal, onde 1 TB equivale a 1.000.000.000.000 bytes. O Windows e o macOS historicamente usam o método binário para seus cálculos. Nele, 1 Kilobyte (KB) tem 1024 bytes, 1 Megabyte (MB) tem 1024 KB, e assim por diante. Quando um desses sistema operacionais converte os trilhões de bytes do disco para a sua unidade de medida, o número final parece menor. Essa diferença é puramente matemática e afeta todos os dispositivos de armazenamento. Além disso, uma pequena parte do espaço é sempre reservada para o sistema de arquivos, que organiza como os dados são gravados e lidos, e para softwares pré-instalados pelo fabricante. Portanto, o espaço "real" disponível para seus arquivos será ligeiramente inferior à capacidade total anunciada na caixa.

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O software de backup incluído realmente ajuda?

Quase todos os HDs externos da Seagate e WD vêm com um software de backup básico. Essas ferramentas simplificam a criação de rotinas automáticas para copiar arquivos importantes do seu computador para o disco. Para um usuário doméstico com necessidades simples, esses aplicativos podem ser suficientes, pois oferecem agendamento e uma interface amigável. No entanto, esses utilitários raramente oferecem recursos avançados. Funcionalidades como o histórico de versões de arquivos (versionamento), que protege contra ransomware, ou a clonagem completa geralmente estão ausentes. Além disso, a compatibilidade pode ser um problema, e algumas vezes os softwares entram em conflito com outras ferramentas no computador, o que dificulta o processo. Muitas vezes as soluções nativas como o Histórico de Arquivos no Windows ou o Time Machine no macOS são mais estáveis e integradas. Elas executam a mesma tarefa de forma confiável, sem a necessidade de instalar programas adicionais. A decisão de usar o software do fabricante depende do seu nível de conforto com a tecnologia e da complexidade da ...

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A velocidade de transferência importa para o uso diário?

A velocidade de um HD externo impacta diretamente o tempo que você espera para copiar arquivos. Essa performance é influenciada pela tecnologia de gravação interna do disco. Muitos discos portáteis usam a tecnologia SMR (Shingled Magnetic Recording), que sobrepõe trilhas de dados para aumentar a densidade. Isso barateia o custo, mas pode causar uma queda drástica na velocidade de escrita durante cópias de muitos gigabytes, pois o disco precisa reorganizar os dados constantemente. Discos com tecnologia CMR (Conventional Magnetic Recording), mais comuns em HDs de mesa e enterprise, não têm esse problema. Suas trilhas de dados são paralelas, o que garante um desempenho de gravação mais estável e previsível. Infelizmente, os fabricantes raramente divulgam qual tecnologia usam em seus produtos de consumo, o que torna a escolha mais difícil. Para transferir arquivos grandes, como filmes ou backups de máquinas virtuais, a diferença é bastante notável. Um disco SMR pode começar rápido e depois "engasgar", tornando o processo muito demorado. Por isso, se o desempenho sustentado é uma...

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Riscos de durabilidade: quedas, vibração e falhas

Um HD externo é um dispositivo mecânico de alta precisão. Dentro dele, um braço de leitura flutua a poucos nanômetros de distância dos pratos que giram a milhares de rotações por minuto. Qualquer impacto físico, mesmo uma pequena queda da mesa, pode fazer com que a cabeça de leitura colida com os pratos, causando danos permanentes e a perda total dos dados. A vibração contínua, como deixar o disco sobre um gabinete de computador ou perto de alto-falantes, também acelera o desgaste de seus componentes móveis. Outro fator de risco é a desconexão inadequada. Puxar o cabo USB sem ejetar o dispositivo com segurança pode corromper o sistema de arquivos, tornando os dados inacessíveis. Esses equipamentos não são projetados para funcionar 24 horas por dia. O uso contínuo gera calor e desgaste mecânico, reduzindo sua vida útil. Um HD externo deve ser visto como um meio para transporte ou backup periódico, mas nunca como o único repositório para informações críticas. Ele representa um ponto único de falha.

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A verdade sobre a recuperação de dados em um HD externo

Quando um HD externo falha por problemas lógicos, como uma formatação acidental ou arquivos deletados, alguns softwares de recuperação podem ajudar a reaver parte dos dados. No entanto, se a falha for mecânica, como um problema no motor ou um dano nas cabeças de leitura, não há solução caseira. O disco simplesmente para de ser reconhecido pelo computador. Nesses cenários, a única alternativa é recorrer a uma empresa especializada em recuperação de dados. O processo é complexo e caro, exigindo uma "sala limpa" para abrir o disco sem contaminar seus pratos magnéticos. Os custos para esse tipo de serviço frequentemente começam em alguns milhares de reais, sem qualquer garantia de sucesso. Muitas pessoas só descobrem essa dura realidade quando já é tarde demais. O valor sentimental das fotos de família ou a importância dos documentos de trabalho se torna evidente somente após a perda. Por isso, o investimento em uma estratégia de backup sólida é muito mais barato que o custo para remediar um desastre.

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Quando um HD externo deixa de ser a solução ideal?

Um HD externo atende bem à necessidade de uma pessoa para expandir o armazenamento local ou fazer um backup simples. Contudo, suas limitações ficam claras quando as necessidades crescem. Se você precisa compartilhar arquivos com outros membros da família ou colegas de trabalho, conectar e desconectar o disco em várias máquinas se torna um processo ineficiente e arriscado. O acesso remoto também é um desafio. Para consultar um arquivo guardado no seu HD externo, você precisa estar fisicamente com o computador ao qual ele está conectado. Além disso, a proteção dos dados é mínima. Uma falha no disco, um roubo ou um ataque de ransomware pode eliminar sua única cópia de segurança em um instante. Quando a colaboração, o acesso de múltiplos dispositivos e a segurança dos dados se tornam prioridades, o HD externo deixa de ser a resposta. Ele não foi projetado para essas tarefas. Nesse ponto, é hora de considerar uma solução de armazenamento mais robusta e centralizada.

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Storage NAS: a evolução para segurança e acesso centralizado

Para quem busca segurança e conveniência, um storage NAS é a evolução natural. Diferente de um HD externo, esse equipamento é um pequeno servidor conectado diretamente à sua rede local. Ele permite que múltiplos usuários e dispositivos acessem os mesmos arquivos de forma centralizada e segura, seja em casa ou no escritório. A principal vantagem de um NAS com duas baias SATA é a redundância através da tecnologia RAID. Com o RAID 1, por exemplo, os dados são espelhados em dois discos rígidos simultaneamente. Se um dos discos falhar, o outro continua funcionando com uma cópia idêntica dos seus arquivos, eliminando o risco de perda de dados por falha de hardware. Essa camada de proteção é algo que um HD externo comum jamais oferece. Além disso, sistemas como os da Qnap ou Synology incluem aplicativos para backups automáticos, nuvem pessoal, compartilhamento de links e até mesmo vigilância por vídeo. Eles transformam o simples ato de armazenar em uma gestão inteligente e segura dos seus dados. Para quem valoriza suas informações, um network attached storage é a resposta.

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