Qual a melhor marca de hd externo do Brasil?

Qual é a melhor marca de HD externo do Brasil? Compare os principais fabricantes, modelos, recursos e saiba como proteger seus arquivos contra falhas.

Qual a melhor marca de HD externo?

A melhor marca de HD externo depende diretamente da sua necessidade, pois cada fabricante foca em um público específico. Seagate, Western Digital (WD) e LaCie são frequentemente as líderes de mercado. A Seagate geralmente oferece um bom equilíbrio entre preço e capacidade, enquanto a WD é conhecida pela sua confiabilidade e pelos softwares inclusos. A LaCie, uma subsidiária da Seagate, foca no mercado premium, com produtos de design robusto e alto desempenho, quase sempre voltados para profissionais criativos. Nossa equipe técnica avalia que a escolha não deve se basear somente na marca, mas também na linha do produto. Por exemplo, a linha "Rugged" da LaCie é excelente para quem trabalha em campo, devido à sua alta resistência a impactos. Já a série "My Book" da WD é uma ótima opção para backups de mesa. Portanto, a análise de um equipamento específico e sua aplicação é muito mais decisiva que apenas o nome do fabricante. Também vale ressaltar que a durabilidade de um disco é influenciada por vários fatores, como a tecnologia interna (CMR vs. SMR) e a qualidade da controlado...

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HD portátil (2.5”) ou de mesa (3.5”)?

A decisão entre um HD externo portátil de 2.5 polegadas e um de mesa com 3.5 polegadas impacta diretamente o uso diário. Os discos portáteis são compactos, leves e alimentados pela própria porta USB, o que simplifica muito o transporte. Eles são ideais para quem precisa levar arquivos entre casa e trabalho ou para fazer backups rápidos em notebooks. No entanto, sua capacidade raramente ultrapassa 5TB e são mecanicamente mais sensíveis a quedas. Por outro lado, os HDs de mesa possuem discos de 3.5 polegadas, necessitam de uma fonte de alimentação externa e são bem maiores. Sua principal vantagem é o custo por terabyte, que é significativamente menor, além da disponibilidade em capacidades muito mais altas, frequentemente acima dos 20TB. Esses discos são perfeitos para backups centralizados, bibliotecas de mídia ou como um arquivo morto para projetos grandes que não precisam de mobilidade. Em nossos testes, observamos que os HDs desktop também tendem a aquecer menos em uso contínuo, pois seus gabinetes maiores facilitam a dissipação do calor. Consequentemente, para tarefas de ...

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A rotação (RPM) ainda importa nos discos rígidos?

Sim, a velocidade de rotação dos pratos, medida em RPM (rotações por minuto), ainda é um fator relevante para o desempenho de um HD externo. A maioria dos discos portáteis opera a 5400 RPM, um padrão que favorece o baixo consumo de energia e a menor geração de calor. Discos de mesa, por sua vez, frequentemente utilizam hard disks de 7200 RPM, que acessam e transferem dados de forma mais rápida. Essa diferença é bastante perceptível ao copiar grandes volumes de arquivos ou ao carregar programas diretamente do disco. Contudo, a tecnologia de gravação se tornou um diferencial ainda mais importante. Muitos fabricantes adotaram a tecnologia SMR (Shingled Magnetic Recording) para aumentar a densidade dos discos e reduzir custos. O problema é que a reescrita de dados em um disco SMR é muito lenta, pois exige a reorganização de trilhas adjacentes. Para tarefas de backup contínuo ou edição de vídeo, um disco com tecnologia CMR (Conventional Magnetic Recording) é imensamente superior, pois oferece um desempenho de escrita mais consistente. Infelizmente, os fabricantes raramente divulg...

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Conexões USB 3.2 e Thunderbolt fazem diferença?

As interfaces de conexão como USB 3.2 e Thunderbolt certamente influenciam a velocidade máxima teórica de um dispositivo de armazenamento. Um conector USB 3.2 Gen 1 (antes chamado de USB 3.0) atinge até 5 Gb/s, enquanto o Thunderbolt 3 ou 4 chega a impressionantes 40 Gb/s. Na prática, porém, um HD mecânico tradicional raramente consegue saturar sequer a banda de um conector USB 3.0, pois sua velocidade de leitura e escrita fica entre 100 MB/s e 200 MB/s. O gargalo, nesse caso, não é a porta, mas a própria limitação física do disco rígido. Por isso, para um HDD externo, qualquer conexão a partir do USB 3.0 já entrega todo o desempenho possível do aparelho. A grande diferença aparece quando usamos um SSD externo. Um SSD NVMe em um case Thunderbolt pode facilmente superar os 2.000 MB/s, uma velocidade que justifica completamente o investimento em uma interface mais moderna. Portanto, ao escolher um HD externo, a presença de uma porta USB-C com suporte a Thunderbolt não deve ser o fator decisivo, a menos que você planeje usar um SSD de altíssimo desempenho. Para a maioria dos ba...

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Qual HD externo dura mais e dá menos defeito?

Nenhum HD externo é imune a falhas, e a durabilidade depende mais das condições de uso e da linha do produto do que na marca. Discos portáteis, por estarem sempre em movimento, são naturalmente mais suscetíveis a danos por impacto. Um pequeno descuido pode danificar a cabeça de leitura e causar a perda total dos dados. Modelos como o LaCie Rugged, com sua proteção de borracha, minimizam esse risco, mas ainda assim não eliminam o perigo. Os HDs de mesa, por ficarem estáticos, geralmente apresentam uma vida útil maior se operarem em um ambiente com temperatura controlada e energia estável. A vibração e o superaquecimento são os maiores inimigos desses equipamentos. Vale ressaltar que deixar um disco de backup continuamente ligado e em operação 24/7 acelera seu desgaste. A melhor prática é ligá-lo somente durante o processo de cópia dos arquivos. A experiência da nossa equipe mostra que a falha é uma certeza estatística. Por isso, a pergunta correta não é "qual dura mais?", mas "como me proteger quando ele falhar?". A resposta nunca é um único HD externo. A estratégia de backup...

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Velocidade na prática: o disco mais rápido

A velocidade de um HD externo na prática varia drasticamente conforme o tipo de arquivo que você transfere. As taxas de transferência anunciadas pelos fabricantes, como "até 160 MB/s", quase sempre se referem a leituras sequenciais de um único arquivo grande, como um filme em 4K. Nessas condições, o disco opera com máxima eficiência, pois a cabeça de leitura se move de forma contínua pelas trilhas. O cenário muda completamente ao copiar uma pasta com milhares de arquivos pequenos, como fotos, documentos ou códigos-fonte. Nesse caso, o desempenho despenca, porque a cabeça de leitura precisa saltar constantemente para diferentes setores do disco. Esse tipo de operação, conhecida como leitura ou escrita aleatória, é o ponto fraco dos HDs mecânicos. Em nossos testes, a velocidade pode cair para menos de 10 MB/s em situações extremas. É aqui que os SSDs externos mostram sua superioridade. Por não terem partes móveis, o acesso a qualquer dado é quase instantâneo, e o desempenho com arquivos pequenos é centenas de vezes melhor. Portanto, se sua rotina envolve a manipulação de muito...

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Compatibilidade com Windows, Mac, Linux e TVs

A compatibilidade de um HD externo com diferentes sistemas operacionais é definida pelo sistema de arquivos. A maioria dos discos vem pré-formatada em NTFS, o padrão do Windows. Um Mac consegue ler arquivos em NTFS, mas não consegue escrever neles sem um software de terceiros. Por outro lado, o Windows não reconhece os formatos nativos da Apple, como HFS+ ou APFS. Isso frequentemente causa muita confusão para os usuários. Para quem precisa usar o mesmo disco em múltiplos sistemas, o formato exFAT é a solução mais simples. Ele é compatível com Windows, macOS e a maioria das distribuições Linux, permitindo leitura e escrita sem qualquer restrição. No entanto, o exFAT é menos robusto, sem recursos como o "journaling", que protege contra a corrupção de dados em caso de desconexão abrupta. Ele funciona bem para transporte de arquivos, mas é menos recomendado para backups críticos. Já a compatibilidade com Smart TVs é uma questão à parte. Muitas TVs só reconhecem o formato FAT32, que tem uma limitação de 4GB por arquivo, ou o exFAT. Além disso, elas podem ter restrições quanto à c...

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Os softwares dos fabricantes realmente são úteis?

Quase todos os grandes fabricantes, como Seagate e WD, incluem um pacote de software com seus HDs externos. Essas ferramentas geralmente oferecem funcionalidades básicas de backup agendado, sincronização de pastas e criptografia por senha. Para um usuário doméstico que busca uma solução simples e sem custo adicional, esses utilitários podem ser um bom ponto de partida. Eles automatizam o processo de cópia e adicionam uma camada de segurança. No entanto, para um uso mais profissional ou para quem lida com dados críticos, esses programas apresentam várias limitações. Eles costumam ser menos flexíveis que softwares de backup dedicados, com poucas opções para versionamento de arquivos ou cópias incrementais avançadas. Além disso, a criptografia de hardware, quando oferecida, vincula o acesso dos dados àquele software específico, o que pode se tornar um problema se o programa for descontinuado. Nossa recomendação é usar esses softwares para tarefas simples, mas buscar soluções mais robustas para backups essenciais. Ferramentas nativas, como o Histórico de Arquivos do Windows ou o...

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HDD externo vs. SSD externo: qual escolher?

A escolha entre um HDD e um SSD externo se resume a um balanço entre capacidade, velocidade e custo. Os HDDs continuam imbatíveis no quesito preço por terabyte. Com eles, você consegue armazenar grandes volumes de dados, como vídeos, fotos em alta resolução e arquivos de projetos antigos, por um custo muito baixo. Eles são a escolha lógica para arquivamento e para backups onde a velocidade de restauração não é a maior prioridade. Os SSDs externos, por outro lado, oferecem um desempenho muito superior. A velocidade de leitura e escrita é várias vezes maior, o que acelera drasticamente a transferência de arquivos e permite até mesmo executar aplicativos ou editar vídeos diretamente do dispositivo sem gargalos. Além disso, por não terem partes móveis, são muito mais resistentes a impactos e vibrações, tornando-os ideais para quem viaja com frequência. Ainda assim, o custo de um SSD de alta capacidade é proibitivo para muitos. Uma estratégia híbrida é frequentemente a mais eficiente. Use um SSD externo de menor capacidade para os arquivos de trabalho atuais, que exigem velocidad...

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Quando um HD externo não é mais suficiente?

Um HD externo deixa de ser suficiente no momento em que a segurança dos dados se torna uma prioridade ou quando mais de uma pessoa precisa acessar os mesmos arquivos. O maior problema de um disco externo é a sua total falta de redundância. Se o dispositivo falhar, e eventualmente ele vai falhar, todos os dados contidos nele podem ser perdidos para sempre. Ele também não protege contra exclusão acidental ou ataques de ransomware, que criptografam tanto os arquivos do computador quanto os do disco conectado. Outra limitação clara aparece em ambientes colaborativos. Compartilhar um HD externo entre várias pessoas é impraticável e inseguro. É preciso desconectar e reconectar o disco fisicamente, não há controle sobre quem pode ver ou editar cada arquivo e o risco de infecção por malware aumenta a cada máquina em que ele é plugado. Para qualquer cenário além do uso pessoal básico, o HD externo se torna um gargalo operacional e um grande risco. Quando a empresa cresce ou os dados pessoais se tornam valiosos demais para arriscar, é hora de buscar uma solução mais profissional. A ne...

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A segurança de um NAS para seus dados

Para superar as limitações de um HD externo, um storage NAS  é a resposta definitiva. Esse equipamento é um servidor de arquivos conectado à rede que centraliza o armazenamento e oferece um nível de segurança muito superior. Sua principal vantagem é o uso de múltiplos discos em um arranjo RAID, que cria redundância. Se um dos discos falhar, basta substituí-lo sem qualquer perda de dados, algo impossível com um disco externo comum. Além da proteção contra falhas, um NAS corporativo também oferece recursos avançados como snapshots. Essa funcionalidade cria pontos de restauração do estado do disco, permitindo recuperar versões anteriores de arquivos ou reverter todo o volume de armazenamento para um estado anterior a um ataque de ransomware. Isso representa uma camada de defesa que um HD externo simplesmente não possui. Um equipamento como esse também simplifica a colaboração, pois permite o acesso simultâneo de vários usuários aos mesmos arquivos, com permissões detalhadas para cada pasta. Ele automatiza o backup de todos os computadores da rede e ainda pode sincronizar d...

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