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Qual o melhor NAS rackmount para seu datacenter? Conheça os modelos

Qual o melhor NAS rackmount para seu datacenter? Conheça os modelos

Índice:

Muitos datacenters enfrentam um problema crescente com a desorganização dos dados, que ficam espalhados por diversos servidores.

Essa fragmentação dificulta o gerenciamento, aumenta os riscos com segurança e frequentemente causa gargalos no desempenho da rede.

Esse cenário sobrecarrega a equipe de TI, que lida com rotinas de backup complexas e falhas inesperadas.

A falta de um ponto central para o armazenamento também expõe a empresa a perdas de dados, pois uma única falha de hardware pode comprometer arquivos críticos.

Assim, a adoção de uma solução de armazenamento centralizada e otimizada para racks se torna uma necessidade estratégica.

Um equipamento adequado simplifica a infraestrutura, fortalece a proteção dos ativos digitais e garante a continuidade dos negócios.

Qual o melhor NAS rackmount para seu datacenter?

O melhor NAS rackmount é aquele que equilibra desempenho, capacidade e redundância para a carga de trabalho específica do seu datacenter.

Geralmente, modelos com processadores potentes, múltiplas portas 10GbE e fontes de alimentação redundantes são ideais para virtualização e backup centralizado, pois oferecem a performance e a confiabilidade necessárias.

Esses sistemas são projetados para encaixar em racks de 19 polegadas, um padrão universal que otimiza o espaço físico.

Ao consolidar o armazenamento, um servidor NAS de rack simplifica drasticamente a administração dos dados, pois centraliza o compartilhamento de arquivos, as rotinas de backup e até a hospedagem de aplicações leves em um único ponto.

Na prática, o equipamento funciona como um hub de dados para toda a rede.

Essa abordagem não apenas melhora o acesso às informações, mas também fortalece a segurança.

Com ele, é possível aplicar políticas de acesso e permissões de forma unificada, o que reduz bastante as brechas de segurança.

O formato rackmount realmente otimiza o espaço?

O espaço físico dentro de um datacenter é um recurso bastante caro e limitado.

Servidores em formato torre, por exemplo, ocupam uma área valiosa no chão e ainda complicam o gerenciamento dos cabos, o que pode prejudicar a circulação de ar e aumentar a temperatura ambiente.

Um NAS de rack resolve esse problema porque padroniza a montagem dos equipamentos em gabinetes verticais.

Essa organização melhora a ventilação, simplifica o acesso para manutenções e reduz drasticamente o emaranhado de cabos na parte traseira dos racks.

Quase sempre, a mudança já traz um ganho imediato na organização.

Como resultado, o ambiente se torna muito mais limpo, termicamente estável e eficiente.

A melhor refrigeração e a facilidade para o manuseio não apenas otimizam o espaço, mas também ajudam a prolongar a vida útil de todos os componentes eletrônicos instalados no local.

Desempenho: CPU, RAM e conectividade de rede

O desempenho de um storage de rack vai muito além da velocidade dos discos rígidos.

O processador e a memória RAM são componentes vitais que definem a capacidade do sistema para lidar com múltiplas tarefas simultaneamente, como virtualização, acesso a bancos de dados e transcodificação de vídeo.

Processadores como Intel Xeon ou AMD EPYC, combinados com uma quantidade generosa de memória RAM ECC (com correção de erros), são quase sempre necessários para executar máquinas virtuais e gerenciar o acesso de centenas de usuários sem lentidão.

A memória ECC, em particular, previne a corrupção de dados causada por falhas transitórias.

A conectividade de rede também é um fator decisivo.

Portas de 1GbE hoje são insuficientes para a maioria das aplicações empresariais.

No mínimo, um NAS rackmount deve ter duas portas de 2.5GbE ou 10GbE para evitar gargalos, especialmente em ambientes que usam o storage para hospedar VMs ou fazer backup de grandes volumes.

A importância das baias e da escalabilidade

O volume de dados em qualquer empresa cresce de forma contínua e, muitas vezes, imprevisível.

Por isso, adquirir um sistema de armazenamento que não pode ser expandido é um dos erros mais comuns e caros que uma equipe de TI pode cometer, pois força uma substituição prematura do equipamento.

Modelos com 8, 12 ou 16 baias para discos hot-swappable oferecem um excelente ponto de partida.

Além disso, a compatibilidade com unidades de expansão, conhecidas como JBODs, é um recurso fundamental.

Elas permitem adicionar mais discos ao sistema sem a necessidade de trocar o servidor principal.

Por exemplo, uma organização pode iniciar suas operações com um NAS de 12 baias preenchido com alguns discos.

Conforme a demanda aumenta, é possível adicionar um chassi de expansão com mais 12 ou 16 baias, duplicando a capacidade bruta sem interromper os serviços.

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Proteção com fontes e controladoras redundantes

Em um ambiente de datacenter, qualquer ponto único de falha representa um risco inaceitável para a continuidade das operações.

Um simples defeito em um componente pode tirar todo o sistema de armazenamento do ar, paralisando o trabalho de dezenas ou centenas de funcionários.

Para mitigar esse risco, os storages de rack de nível empresarial incluem fontes de alimentação redundantes.

Se uma das fontes falhar, a outra assume imediatamente a carga, e o sistema continua funcionando sem qualquer interrupção.

A troca da fonte defeituosa pode ser feita com o equipamento ligado.

Em modelos ainda mais avançados, encontramos controladoras de armazenamento duplas, que funcionam em modo ativo-ativo ou ativo-passivo.

Essa arquitetura de alta disponibilidade é fundamental para aplicações críticas, pois garante que o serviço de dados permaneça online mesmo durante uma falha grave na controladora principal.

Discos SAS ou SATA: Qual usar no seu storage?

A escolha entre discos SAS (Serial Attached SCSI) e SATA (Serial ATA) afeta diretamente o custo e o desempenho do storage.

Discos SATA geralmente oferecem capacidades maiores por um preço menor, o que os torna ideais para tarefas como backup, arquivamento de longo prazo e armazenamento de arquivos com pouco acesso.

Por outro lado, os discos SAS são projetados para ambientes de alta demanda.

Eles entregam um número maior de operações de entrada e saída por segundo (IOPS) e possuem uma confiabilidade superior, sendo a escolha certa para cargas de trabalho intensas como bancos de dados, virtualização e aplicações transacionais.

Muitos sistemas modernos adotam uma abordagem híbrida para otimizar os dois mundos.

Eles combinam SSDs SAS ou NVMe para criar um cache de leitura e escrita de altíssima velocidade, enquanto usam HDDs SATA de alta capacidade para o armazenamento massivo.

Essa configuração entrega um excelente equilíbrio.

O papel do sistema operacional no gerenciamento

O sistema operacional é o cérebro de qualquer NAS.

Soluções como o QTS da QNAP ou o DSM da Synology transformam o hardware em uma plataforma de serviços de dados completa.

Através de uma interface web intuitiva, eles permitem configurar arranjos RAID, gerenciar usuários, criar compartilhamentos de rede e agendar backups.

Recursos avançados como snapshots, que criam cópias de um volume em um ponto no tempo, e a replicação remota para recuperação de desastres são totalmente controlados pelo software.

Um bom sistema operacional simplifica tarefas que antes eram complexas e também adiciona camadas de segurança, como a criptografia de dados.

A escolha da plataforma de software frequentemente define a experiência de uso e o ecossistema de aplicativos disponíveis.

Alguns sistemas oferecem lojas de aplicativos que expandem as funcionalidades do NAS, transformando-o em um servidor de vigilância, um host de contêineres ou uma nuvem privada.

Virtualização e suporte a iSCSI

Os datacenters modernos são amplamente baseados em virtualização, com plataformas como VMware vSphere, Microsoft Hyper-V e Proxmox.

Para suportar esses ambientes, um NAS rackmount precisa ser compatível com protocolos de armazenamento em bloco, sendo o iSCSI o mais comum e acessível.

O protocolo iSCSI permite que o storage apresente volumes, conhecidos como LUNs, pela rede Ethernet.

Os servidores hypervisors enxergam essas LUNs como se fossem discos locais, o que permite centralizar o armazenamento de todas as máquinas virtuais em um único local seguro e gerenciável.

Essa centralização traz inúmeros benefícios.

Ela simplifica drasticamente o backup das VMs, possibilita a migração de máquinas virtuais entre hosts físicos sem downtime (vMotion) e facilita a criação de um plano robusto para a recuperação de desastres, pois todos os dados estão em um só lugar.

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Modelos de entrada para pequenas empresas

Nem toda empresa precisa de um monstro de desempenho.

Para organizações que buscam principalmente centralizar arquivos, realizar backups e talvez rodar uma ou duas aplicações leves, os modelos de entrada são uma escolha inteligente e econômica.

Eles oferecem os principais recursos empresariais sem um custo proibitivo.

Esses equipamentos geralmente vêm com 4 ou 8 baias para discos, são alimentados por processadores como Intel Atom ou Celeron e incluem portas de rede de 2.5GbE.

Essa configuração é mais do que suficiente para atender dezenas de usuários em tarefas de escritório e rotinas de backup diárias.

Fabricantes como a Synology, com sua série RackStation, e a QNAP, com modelos como o TS-x64eU, atendem muito bem a esse nicho.

Eles entregam um sistema operacional robusto e confiável, que simplifica a gestão dos dados e oferece uma excelente proteção contra falhas e ataques de ransomware.

Soluções intermediárias para cargas mistas

Empresas em fase de crescimento frequentemente possuem uma carga de trabalho mista.

Elas precisam de um sistema que suporte o compartilhamento de arquivos para muitos usuários, execute algumas máquinas virtuais e ainda gerencie um banco de dados de médio porte.

Para esse cenário, as soluções intermediárias são ideais.

Esses storages são equipados com processadores mais potentes, como o Intel Xeon D, vêm com 12 baias ou mais, e já incluem portas de 10GbE SFP+ de fábrica.

Eles também suportam a conexão de unidades de expansão, o que garante a escalabilidade da capacidade de armazenamento para o futuro.

Esses modelos talvez representem o melhor equilíbrio entre custo, desempenho e recursos no mercado.

Eles são extremamente versáteis e conseguem se adaptar a diferentes demandas, o que os torna uma aposta segura para a maioria dos datacenters que precisam de uma solução de armazenamento confiável e preparada para o crescimento.

Equipamentos de alta performance para missões críticas

Para ambientes que não podem parar e onde a latência mínima é uma exigência, apenas os equipamentos de alta performance são adequados.

Estamos falando de infraestruturas que hospedam bancos de dados transacionais, sistemas de VDI (Virtual Desktop Infrastructure) ou aplicações financeiras de alta frequência.

Esses sistemas são frequentemente all-flash, ou seja, usam apenas SSDs U.2/NVMe para obter o máximo de IOPS.

Além disso, eles contam com controladoras duplas em modo ativo-ativo, múltiplas fontes de alimentação e conectividade de rede de 25GbE ou 40GbE para eliminar qualquer tipo de gargalo.

Toda essa tecnologia garante que as aplicações mais exigentes da empresa funcionem sem qualquer tipo de interrupção ou lentidão.

Obviamente, o custo desses sistemas é significativamente maior, mas para operações de missão crítica, o investimento se justifica pela altíssima disponibilidade e desempenho.

Como escolher o NAS ideal para seu datacenter?

A escolha de um storage de rack não deve se basear apenas no número de baias ou no preço.

É um processo que exige uma análise cuidadosa da carga de trabalho atual e uma projeção realista do crescimento dos dados nos próximos anos.

Uma escolha errada pode gerar custos inesperados ou limitar as operações da empresa.

O primeiro passo é definir quais serão as aplicações principais que o sistema irá atender.

Será para backup, virtualização, compartilhamento de arquivos ou uma mistura de tudo? A partir daí, calcule a capacidade de armazenamento necessária e estime o desempenho em IOPS que essas aplicações exigem.

Com esses requisitos em mãos, compare os modelos que atendem às suas necessidades e avalie os recursos adicionais, como a redundância de componentes e a capacidade de expansão.

Um NAS rackmount bem dimensionado não é um custo, mas sim um investimento em eficiência, segurança e continuidade.

Ele é a resposta para centralizar e proteger a infraestrutura de dados da sua empresa.

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