A importância da segurança do backup corporativo

Saiba mais sobre a segurança do backup corporativo e conheça práticas de armazenamento que podem acrescentar uma camada de segurança ao seu ambiente.

Por que a segurança no backup é tão vital?

A segurança no backup corporativo é vital porque garante a recuperação íntegra dos dados após um desastre, protege a empresa contra ataques como ransomware e assegura a conformidade com leis como a LGPD. Ela transforma uma simples cópia em um ativo estratégico para a continuidade dos negócios. Muitos gestores focam apenas na execução da cópia, mas esquecem que o verdadeiro valor está na restauração confiável. Um backup corrompido ou inacessível tem o mesmo efeito prático que a ausência de um. Sem testes e proteções adequadas, sua empresa pode ter apenas uma falsa sensação de segurança. Além disso, um vazamento dos dados do backup expõe informações sensíveis, como dados de clientes e segredos comerciais. O impacto financeiro e jurídico de um incidente desses frequentemente supera o custo para implementar uma política de segurança robusta desde o início.

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Onde armazenar as cópias com segurança?

A escolha do local para armazenar os backups impacta diretamente a segurança e a velocidade da recuperação. Uma solução on-premise, como um storage NAS, oferece controle total sobre o ambiente e acesso rápido via rede local. Nesses casos, a responsabilidade pela segurança física do equipamento, como proteção contra roubo ou incêndios, recai sobre a própria empresa. Por outro lado, o armazenamento em nuvem transfere parte dessa responsabilidade para o provedor, que geralmente possui datacenters com alta segurança. Essa abordagem também facilita o acesso remoto e a escalabilidade. No entanto, ela cria uma dependência da conexão com a internet e exige uma configuração cuidadosa das permissões para evitar acessos indevidos. A estratégia mais eficaz frequentemente combina as duas abordagens. Manter uma cópia local em um NAS para recuperações rápidas e outra remota na nuvem para proteção contra desastres locais (regra 3-2-1) oferece um excelente equilíbrio entre desempenho e resiliência.

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Como definir a política de retenção e descarte?

Uma política de retenção define por quanto tempo cada cópia de segurança deve ser mantida. Esse período varia conforme a natureza dos dados e os requisitos legais ou regulatórios do setor. Por exemplo, informações financeiras podem precisar de uma retenção de vários anos, enquanto dados operacionais diários talvez necessitem apenas de algumas semanas. Definir esses prazos evita o acúmulo desnecessário de dados, que consome espaço e aumenta os custos com armazenamento. Uma política clara também simplifica a localização de uma versão específica dos arquivos quando a restauração granular se faz necessária. O descarte seguro é a outra face da moeda. Apagar um arquivo raramente o remove por completo do disco. Para dados sensíveis, o descarte deve usar métodos que impossibilitam a recuperação, como a sobreposição de dados (data wiping) ou a destruição física das mídias antigas.

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Qual a real importância dos testes de restauração?

Muitas equipes de TI executam rotinas de backup por meses ou anos sem nunca testar a restauração. Esse é um risco silencioso e perigoso, pois um backup que não restaura é completamente inútil. Os testes de restauração são a única forma para validar a integridade e a usabilidade das cópias de segurança. Esses testes também servem para validar as métricas de RTO (Recovery Time Objective) e RPO (Recovery Point Objective). O RTO mede o tempo máximo que a empresa tolera para restaurar um sistema, enquanto o RPO define a perda máxima de dados aceitável. Sem testes práticos, esses números são apenas suposições. Realizar simulações periódicas, restaurando arquivos ou máquinas virtuais em um ambiente isolado, prepara a equipe para agir com rapidez e eficiência durante uma crise real. Esse procedimento melhora o tempo de resposta e reduz o impacto do downtime nas operações.

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Quais mecanismos protegem os dados copiados?

A criptografia é o principal mecanismo para proteger os dados do backup. Ela deve ser aplicada tanto nos dados em trânsito (durante a transferência pela rede) quanto nos dados em repouso (armazenados no disco ou na fita). Assim, mesmo que um invasor consiga acesso físico ao storage, os arquivos permanecerão ilegíveis sem a chave correta. O controle de acesso é outra camada essencial. É fundamental limitar o acesso ao servidor de backup e aos próprios dados apenas a usuários autorizados, seguindo o princípio do menor privilégio. Usar senhas fortes e autenticação multifator para administrar o sistema de backup dificulta muito a ação de agentes maliciosos. Recursos como snapshots imutáveis também adicionam uma camada poderosa contra ransomware. Eles criam versões somente leitura dos dados que não podem ser alteradas ou excluídas por um período predefinido, garantindo um ponto de recuperação limpo mesmo que a rede seja comprometida.

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Como o gerenciamento afeta a proteção dos dados?

Um gerenciamento centralizado das rotinas de backup simplifica a aplicação de políticas de segurança em toda a empresa. Usar uma única plataforma para configurar, monitorar e gerar relatórios reduz a complexidade e a chance de erros ou esquecimentos em algum servidor ou estação de trabalho. A automação das tarefas é outro ponto crucial. Rotinas de backup manuais são propensas a falhas humanas, como esquecimento ou execução incorreta. Um software que automatiza as cópias, as verificações e os alertas garante consistência e libera a equipe de TI para focar em atividades mais estratégicas. Além disso, o gerenciamento inclui a documentação clara dos procedimentos de recuperação. Em uma emergência, ninguém deve perder tempo tentando adivinhar os passos para restaurar um serviço crítico. Um plano bem documentado e testado acelera todo o processo.

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O backup corporativo e os requisitos da LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exige que as empresas adotem medidas técnicas e administrativas para proteger os dados pessoais contra acessos não autorizados e situações acidentais ou ilícitas. Um sistema de backup seguro é uma dessas medidas técnicas fundamentais, pois garante a disponibilidade e a integridade das informações. Manter cópias seguras e auditáveis ajuda a empresa a demonstrar conformidade com a lei. Em caso de um incidente de segurança, como um ataque ransomware que criptografa os servidores, a capacidade de restaurar os dados rapidamente a partir de um backup limpo minimiza o impacto e mostra diligência na proteção das informações. A LGPD também prevê o direito dos titulares à eliminação dos seus dados. Uma política de retenção e descarte seguro dos backups garante que as informações sejam removidas permanentemente após o fim da sua finalidade ou do prazo legal, evitando a retenção indevida.

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Como monitorar falhas e identificar vazamentos?

O monitoramento proativo é essencial para garantir que a estratégia de backup funcione como esperado. A maioria dos softwares de backup gera logs detalhados sobre cada tarefa. Analisar esses registros regularmente ajuda a identificar falhas pontuais antes que elas se tornem um problema crônico. Configurar alertas automáticos para falhas, erros ou atividades suspeitas é ainda mais eficiente. Receber uma notificação por e-mail ou mensagem instantânea assim que uma rotina de backup falha permite uma ação corretiva imediata, reduzindo a janela de exposição ao risco. A auditoria dos acessos ao sistema de backup também é uma prática importante. Saber quem acessou o quê e quando pode revelar tentativas de acesso não autorizado ou comportamento incomum por parte de um usuário, sendo um indicador precoce de uma possível ameaça interna ou externa.

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Um storage NAS simplifica a segurança do backup?

Sim, um storage NAS moderno centraliza e simplifica muitas das tarefas associadas à segurança do backup corporativo. Esses equipamentos frequentemente incluem softwares integrados que automatizam as cópias de segurança de servidores, máquinas virtuais e estações de trabalho em um único local gerenciável. Muitos sistemas NAS oferecem recursos avançados, como criptografia de volumes, suporte a snapshots imutáveis e integração nativa com serviços de nuvem. Isso facilita a implementação da estratégia 3-2-1, combinando a velocidade do backup local com a segurança de uma cópia offsite. Ao consolidar o armazenamento e o gerenciamento em uma única plataforma, um NAS reduz a complexidade operacional e os pontos de falha. Para empresas que buscam uma forma prática e robusta para proteger seus dados, um storage de rede é a resposta.

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